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Aluna conversando com o Bike AnjoEu fui criada dentro de um pensamento bem conservador. Minha mãe é nordestina, nascida numa cidade do interior da Paraíba, e lá no Nordeste, a criação na época da minha mãe era bem machista, católica, conservadora. Eu nasci em São Paulo, na região central, no bairro da Bela Vista, mas isso não me poupou da herança dos valores dos meus avós.

Minha mãe tinha, e ainda tem, na mente a tal divisão de gênero: coisas de menino e coisas de menina. Isso me fez perder vários momentos que para muitos eram, são e serão tão naturais de uma menina fazer como: andar de patins, jogar bola, correr com os meninos e andar de bicicleta! Minha história com o Bike Anjo começa aqui!

Como não aprendi a andar de bicicleta na infância, depois de adulta ficou mais difícil. Além da falta de tempo com os inúmeros compromissos que a vida adulta nos traz, o medo de cair e se machucar é muito mais presente do que quando criança. Parece que na infância não existe o medo de cair e só a adrenalina de fazer coisas legais, aventuras radicais, se divertir! Brincar é o único objetivo.

Para aprender a andar de bike, eu tive que vencer o medo de cair e de me machucar, porque ficar de licença médica é quase um drama, já que, nos dias de hoje, não precisa muito para perder o emprego, imagine ficar afastada porque quebrou o braço andando de bicicleta.

Aprendendo a andar de bike com o Bike Anjo

Vencido o medo, decidi que iria aprender a andar de bike assim que eu tivesse uma oportunidade e conhecesse alguém que tivesse paciência comigo! Então, um dia eu estava assistindo TV, vi uma matéria sobre aprender a andar de bicicleta no programa Como Será? (2014) e guardei esse nome: Bike Anjo.

Os anos se passaram, a vida entrou num movimento tranquilo e então decidi que 2016 seria o ano para dar esse passo! Aqui em São Paulo, para quem não mora aqui na capital e não sabe, as ciclovias estão bombando! Você consegue ir para vários lugares de bicicleta, têm vários grupos de ciclistas que se reúnem seja para praticar como esporte, seja como lazer ou até mesmo como turismo pela cidade, a Avenida Paulista fica liberada aos domingos…ou seja, têm muita coisa acontecendo e eu sem aproveitar nada, como assim? Tinha que mudar isso, fui aprender a andar de bike! 😀

Vou relatar meu passo a passo para você, leitor, ver como foi fácil vencer essa etapa tão importante para mim: Andar de bicicleta!…rsrsrs ❤

Aluna Cinthia Almeida e Bike Anjo Antonio Sergio BrejaoPrimeira coisa que fiz, foi entrar no site do Bike Anjo, preenchi o cadastro super rápido e simples, coloquei no sistema os lugares onde eu poderia pedalar (todos próximos da minha casa) e fiquei aguardando um anjo. Não demorou muito, em 2 dias de aguardo, o Antônio Sérgio Brejão (Meu Bike Anjo) entrou em contato via site Bike Anjo e por lá combinamos o encontro. Me cadastrei dia 12/01… no dia 14/01 marquei minha aula para o dia 17/01 (domingo na Avenida Paulista).

Como será que foi o contato com o Bike Anjo e o primeiro dia de aula?

Raquel Gonzaga e Cinthia AlmeidaVou contar e mostrar tudo para você!!! Confesso que não dormi na véspera, até tentei, mas como sou ansiosa, não adiantou muito! Marcamos às 10h no MASP! Pedi para uma grande amiga me acompanhar, porque seria um dia muito especial para mim e gostaria que ela presenciasse e claro, me desse aquela força para eu não desistir! Raquel Gonzaga foi uma fofa!!! ❤ Ela não só me apoiou, como registrou tudo!!! Como não amar alguém que não está na sua vida há 20 anos só por estar, mas que de fato vivencia uma história com você! #AmigaEspecial #AmorEterno

Eu comecei bem insegura, pra variar! A bicicleta, mesmo com o banco completamente baixo, não deixava eu colocar o pé no chão (sem virar a bike), então não consegui pegar confiança para dar as primeiras pedaladas sem o apoio do Anjo…rsrsrs

Tivemos que resolver esse problema com relação a altura do banco para eu conseguir colocar o pé no chão! Como a gente fez? Na Avenida Paulista, além da ciclovia, aos domingos tem a CicloSampa, mais conhecida como a ciclofaixa do Bradesco, que é uma das vias da avenida liberada para as bicicletas. A ciclofaixa chegou antes da ciclovia, mas tudo que é bom deve permanecer, ela continuou! 😀 Ainda na Avenida, mais precisamente no final dela, existe a Praça do Ciclista, onde tem um posto de empréstimo de bicicleta! O Bradesco disponibiliza bicicletas para andar na ciclofaixa, basta deixar o RG no posto e por 1 hora você pode pedalar de graça! E não tem problema se quiser ficar mais tempo, basta fazer uma nova solicitação! 😉

Resolvido o problema da bike, fomos treinar o equilíbrio! Será que consegui pedalar sozinha?

Ficamos na Praça do Ciclista, para não atrapalhar a galera na ciclofaixa e na ciclovia, e meu exercício inicial era ficar indo para lá e para cá, até pegar confiança, equilíbrio e noção de espaço! Parece chato quando se olha, mas para quem nunca nem subiu numa bike, andar para lá e para cá, foi algo transformador, libertador até! #Amei

O Bike Anjo quis aumentar o grau de dificuldade! Andar no meio da galera numa distância maior…rsrsrs Será que deu certo? Fiquei um pouco nervosa, porque ainda não sei fazer a curva, mas arriscamos e olha só o resultado!!!

Não tenho muito o que falar, as imagens dizem por si só! Estou muito feliz e foi, de fato, um dia inesquecível na minha vida! Assim que eu tiver mais aulas, vou colocar o link aqui no post para você lerem os outros post, ok? #Ansiosa #VaiDarCerto #JáCompreiCapaceteELuvas 😉 ❤ 😀

Deixo aqui o registro que a câmera fez (ela bate foto sozinha quando detecta um sorriso na filmagem) quando eu dei um mega sorriso ao final da aula, com a sensação de estar nas nuvens, e melhor, pedalando aos 32 anos:

Sorriso depois da primeira aula com o Bike Anjo

Por Cinthia Almeida

 

Nos finais de semana a USP recebe praticantes de diversos esportes. Entre as atividades físicas lá praticadas, destacam-se a corrida de rua e o ciclismo, que notoriamente têm o maior número de adeptos. No último sábado (03), no período da manhã, eu e mais onze pessoas estivemos por lá para testar o novo tênis da Mizuno, o Wave Prophecy.

Corremos em volta da raia da USP por 4,5 km e logo percebemos o diferencial do Prophecy: o tênis possui um design arrojado, que nos impulsiona a cada passada. Esse resultado se deve às duas placas wave, que vão do calcanhar até a ponta dos pés, absorvendo o impacto da pisada e transformando-a em impulsão. Particularmente, aprovei também a parte interior do tênis que é bem macia e se encaixou perfeitamente ao formato do meu pé, dando firmeza, estabilidade e conforto para correr.

Gostaria, é claro, de testá-lo numa distância maior. Quem sabe eu tenha  a oportunidade de fazê-lo em breve. Contudo, a impressão inicial foi positiva.

Obrigado ao pessoal da Mizuno, ao Vicent Sobrinho (corredor que me indicou para o teste) e aos outros participantes pela agradável experiência!

Até breve!

Na última quinta-feira, dia 1° de setembro, os apreciadores da corrida de rua receberam um duro golpe ao serem informados sobre a mudança no trajeto da corrida de São Silvestre. O percurso continuará tendo 15 quilômetros, porém, a chegada não será mais na avenida Paulista, mas sim em frente ao Obelisco do Ibirapuera.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o objetivo da mudança é evitar que os atletas se encontrem com o público que está indo para a festa do Réveillon da Paulista. Quem acompanha de longe, até pensa ”ah, legal, a chegada vai ser em frente ao parque do Ibirapuera, em meio ao verde, próximo da natureza! Que ótimo!”.

A situação não é bem essa, no entanto. A alteração no trajeto é mais uma da série de mudanças que vem descaracterizando a tradicional prova que, desde 1966, é realizada com chegada e largada na avenida Paulista. Vale lembrar que, na edição anterior, a organização da prova foi alvo de críticas pela medida polêmica de entregar antecipadamente as medalhas de participação.

Já pratiquei diversos esportes e realmente lamento por quem concorda que se deva receber uma medalha antes de efetuar sua participação numa competição. A organização está, novamente, desrespeitando nove décadas de tradição. Achava inimaginável visualizar uma chegada da São Silvestre fora da avenida Paulista e, infelizmente, neste ano, isso deve ocorrer.

Contudo, resta uma esperança, já que os organizadores ainda não confirmaram a mudança. Tudo bem, mudanças acontecem, mas são bem-vindas quando necessárias para a melhoria o evento. Não é o que ocorre neste caso. Conversando com corredores mais antigos, tive essa percepção que externo aqui.

Comecei a correr a pouco tempo, e sempre desejei participar da São Silvestre, que cresci vendo pela televisão, com saída e chegada na avenida Paulista. Ainda pretendo correr a São Silvestre, mas somente quando estiver melhor preparado. Entretanto, tendo contato com competidores que já vivenciaram diferentes fases da prova, compreendo essa revolta sentida por eles.

Até mesmo os competidores de elite, apesar de expressarem isso moderadamente, têm suas ressalvas com a alteração. “É um pouco chato trocar a chegada, porque o percurso era o mesmo há muitos anos e um pouco da tradição vai ser perdida”, disse o tricampeão da São Silvestre, Marílson Gomes do Santos, em entrevista ao site WebRun.

Outro fato negativo, que advém da alteração, é a possibilidade de um menor público presente para incentivar os atletas no final, já que as pessoas que chegavam com antecedência para a festa da virada também aproveitavam para torcer, tornando o evento ainda mais bonito. Além disso, era bem mais fácil para os competidores e público sair do evento utilizando as estações de metrô da Paulista.

Desabafo publicado, agora só me resta esperar para que este não seja mais um passo rumo à derrocada da tradicional corrida de São Silvestre.

No domingo 12/06/11, num frio danado, às 5h da manhã, em pleno dia dos namorados, acordei para uma tarefa aparentemente ingrata: correr. Mas não era uma simples corrida, era ‘apenas’ a minha estreia em corridas de rua. E para piorar tudo, eu mal havia treinado para poder me preparar. Apesar do temor em fracassar por não haver treinado o suficiente, mesmo assim fui encarar os 5 km que seriam disputados no Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona Norte de São Paulo. Talvez, meu maior incentivo tenha sido não decepcionar a todos a quem falei que iria correr; principalmente os familiares, e a meu mestre e incentivador, Vicent Sobrinho.

Acompanhado de minha namorada, cheguei no parque às 7h10, sendo que a competição teria início às 8h. O frio parecia ter aumentado. Por isso, resolvi me alongar e fazer o aquecimento apenas quando faltavam 15 minutos para o início da prova. O local estava repleto de pessoas que iriam correr os 5k ou fazer a caminhada de 2,5km, eventos do Circuito Popular de Corrida de Rua, realizado em várias subprefeituras da cidade pela Prefeitura de São Paulo. Por volta das 8h, finalmente a organização da prova ordenou que os corredores se posicionassem na linha de largada.

Não tentei me posicionar entre os primeiros da fila porque minha intenção era correr o tempo todo num ritmo moderado, sem querer fazer disputas iniciais com os mais velozes. Finalmente foi dado o sinal para largar e, pela primeira vez, senti a sensação de disputar uma corrida. Já pratiquei vários esportes em meus 24 anos de vida, como a capoeira, tênis, vôlei, basquete e principalmente futebol, entre outros. A sensação de correr é bem diferente de todos essesExaustão na chegada. esportes. Na corrida, você tem que superar a si mesmo, se desafiar, para depois, quem sabe, superar as outras pessoas. E sem dúvida, eu estava me desafiando naquele momento. Era mais um entre 2 mil corredores, e só pensava em manter um ritmo constante e esquecer que havia fracassado em um treino no dia anterior, quando corri apenas 2,5 km, tentando me preparar para a prova.

Analisando agora, percebo que meu início foi até puxado, num ritmo bom, se comparado ao restante da prova. Nos dois primeiros quilômetros, fui muito bem. Porém, a partir daí, o percurso nos levou até o asfalto de uma rua vizinha ao parque, onde passei a correr mais lentamente. Comecei a sentir cansaço e a torcer para encontrar a placa que marcaria 3°km; o que não aconteceu. Ao contrário dos dois primeiros quilômetros, a placa de 3km não foi colocada. Na sequência, com alívio, já de volta ao piso de terra de dentro do parque, avistei a placa de 4km. Nesse momento, eu estava num ritmo lento e um corredor passou por mim e perguntou se já íamos para o último quilômetro. Respondi afirmativamente e, vendo que ele estava marcando o tempo em seu relógio, não resisti e perguntei quanto minutos de corrida já haviam transcorrido. Ele me respondeu que já estávamos com 19min. de prova, e passou a correr num ritmo que não consegui acompanhar.

Último quilômetro. Ao ultrapassar a placa de 4km, um misto de alegria (pois sabia que completaria a prova) com lamentaçãoMinha primeira medalha. (um pensamento de ‘poderia ter feito ainda melhor se tivesse treinado mais’), dominou minha mente. No 4°km, corri os 700 metros iniciais lentamente, pois estava muito cansado, apesar de não suar copiosamente – graças ao frio, imagino. Quando faltavam uns 300 metros, dois corredores me ultrapassaram. Um deles disparou, e era impossível alcançá-lo. O outro estava quase no mesmo ritmo que eu, e tratei de fazer um esforço final e correr o máximo que pude para ultrapassá-lo; e ufa, consegui!

Completei a prova em 23min11s, e fiquei na 306° colocação no geral, com o 26° melhor tempo na categoria 25 a 29 anos. O vencedor da prova cruzou os 5km em 15 minutos. Antes da corrida, imaginei que, se não desistisse, faria a prova num ritmo de 5min. por km. Porém, tudo saiu melhor que o planejado. Após o último esforço, cruzei a linha de chegada, levantei as mãos para o alto e pensei comigo mesmo: consegui! Em seguida, dei um beijo e um abraço em minha namorada, que usou alguns atalhos no parque para me fotografar durante a corrida.

Estava exausto, mas feliz! Após uns 5 minutos para recuperar o fôlego, me levantei e fui buscar minha primeira, sofrida e sonhada medalha de participação. Ela é linda! Mais bela que qualquer uma que eu tenha recebido no futebol. Que seja só a primeira. Que venham muitas outras.

Por Tiago Araújo

Anhembi pede passagem para a F-Indy

Publicado: 27/04/2011 por Tiago Araújo em Cotidiano, Esportes

Os velozes carros da Fórmula Indy estão de volta a São Paulo para a corrida do dia 1° de maio, acelerando a mais de 300 km/h. Eles tomarão conta das ruas do trajeto montado em pontos conhecidos da cidade como o Sambódromo do Anhembi e a marginal Tietê.
Pelo segundo ano consecutivo, o Sambódromo vira pista para os velozes carros da Indy, que chegam fácil aos 300 km/h.
Depois da primeira edição, em 2010, o Sambódromo será mais uma vez a reta principal do circuito, pegando trechos da vizinha avenida Olavo Fontoura e também da marginal, a pista totalizará 4180 metros e 11 curvas, com destaque para o “S” do Samba – alusão ao “S” do Senna do Autódromo de Interlagos -, importante ponto de ultrapassagem.

Os carros da categoria chegaram ao Anhembi na madrugada desta quarta-feira (27), e as equipes já começaram os preparativos para a prova que será a quarta da temporada 2011. O brasileiro com melhor colocação no campeonato é Tony Kanaan, que está na terceira posição da tabela com 87 pontos, 35 atrás do líder, o escocês Dario Franchitti. Além de Kannan, defendem as cores do Brasil os pilotos Hélio Castro Neves, Bia Figueiredo, Raphael Matos e Vitor Meira.

A edição de 2010 foi vencida pelo australiano Will Power e os brasileiros mais bem colocados foram Vitor Meira, que subiu ao pódio em terceiro lugar, e Raphael Mattos completando a prova como o quarto mais rápido.

Confira os horários dos treinos e da corrida:
Sábado (30 de abril)
08h30 às 09h45 e 12h00 às 13h00 – Treinos livres para a corrida
15h00 às 16h15 – Treino de classificação
Domingo (1º de maio)
08h30 às 09h00 – Warm up para a corrida
13h00 às 15h35 – São Paulo Indy 300

Veja onde comprar ingresso:

CIRCUITO ANHEMBI – Portão 19
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
Horário de Funcionamento: das 10h às 18h

SHOPPING ARICANDUVA – Honda André Ribeiro
Av. Aricanduva, 5.555 – Auto Shopping Aricanduva – Âncora 07
Horário de Funcionamento: das 12h às 20h

SHOPPING MARKET PLACE – Piso Superior
Av. Chucri Zaidan, 902 – Morumbi
Horário de Funcionamento: das 10h às 22h

SHOPPING IGUATEMI – Piso Térreo
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano
Horário de Funcionamento: das 10h às 22h

ESTÁDIO DO MORUMBI – Bilheteria 1
Praça Roberto Gomes Pedrosa, S/N – Morumbi
Horário de Funcionamento: das 10h às 18h

SHOPPING FREI CANECA
Rua Frei Caneca, 569, Piso Térreo – Balcão Concierge
Horário de Funcionamento: das 10h às 22h

CENTRAL DE TURISMO EXPRESS
Av. São João, 677 – Centro
Horário de Funcionamento: das 9h às 19

SANTO ANDRÉ (SP)

POSTO GRAVATINHA
Av. Portugal, 1756 – Jd. Bela Vista – Santo André
Horário de Funcionamento: das 8h às 21h

RIO DE JANEIRO (RJ)

POSTO PIRAQUÊ
Av. Borges de Medeiros, S/N, Lagoa – Rio de Janeiro
Horário de Funcionamento: das 9h às 20h

BRASÍLIA (DF)

BRASÍLIA SHOPPING – Central de Ingressos
Setor Comercial Norte, Quadra 5
Horário de Funcionamento: das 10h às 22h

Associação do Futebol Argentino

A Argentina é uma incógnita para a copa do Mundo 2010. O time tem jogadores de qualidade, porém não vem atuando bem sob o comando de Diego Maradona. Apesar de tudo, o craque do momento no futebol mundial, Lionel Messi, faz parte do elenco e sua atuação será fundamental para uma campanha vencedora no torneio.

Acompanhe o perfil do craque argentino:

Nome: Lionel Messi

Posição: Atacante

Idade: 22 Anos

Altura: 1,69 m

Peso: 67 kg

Clube: Barcelona (Espanha)

Pontos Fortes: Velocidade, habilidade, bons passes e finalização

Ponto fraco: Não tem atuado bem pela seleção

Por Tiago Araújo

Jornalista Armando Nogueira (14/01/1927 - 29/03/2010)

  

Cresci lendo e admirando as crônicas do Armando Nogueira. Diante de sua morte, não poderia deixar de lhe render minha homenagem. Descanse em paz, Mestre!  

Frases de Armando Nogueira:
 
“A bola em si, ela é um elemento fascinante, é um brinquedo sedutor, é um brinquedo mágico, que adiciona poesia e lirismo na sua relação com o homem.”
“Ademir da Guia, tens o nome, o sobrenome e a bola do craque”
“Até a bola do jogo pedia autógrafo a Pelé.”
“O Futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela.”
“O suor na pele do atleta são lágrimas que o corpo chora na alegria do esforço.”
“Os momentos de violência, os momentos de brutalidade, são invariavelmente superados pelo gosto artístico de uma linda jogada.”
“Para Garrincha, a superfície de um lenço era um latifúndio”
“Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola”
”Os cartolas pecam por ação, omissão ou comissão”
“Heróis são reféns da glória. Vivem sufocados pela tirania da alta performance. “
“O radio ensina o homem a fechar os olhos para ver melhor”
“Eu não temo a morte, pois sei que ela é a mudança. E vida é mudança e toda mudança é serve para melhorar. Com certeza estou melhor agora do que antes”.

Por Tiago Araújo