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Animação O Pequeno Príncipe abre o Anima Mundi 2015

Publicado: 18/07/2015 por Cinthia Almeida em Cinema/Filmes, Cultura

O Anima Mundi de 2015 começou de forma muito especial! Vou pedir licença para os leitores que são amantes da animação como um todo, das mais diversas técnicas e cores, mas, como fã do Pequeno Príncipe, eu vou falar muito mais da animação que marcou a estreia do Anima Mundi 2015, do que do evento em si. Para saber a programação completa: Anima Mundi 2015

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TEXTO DE UMA JORNALISTA

O Anima Mundi 2015, que acontece entre os dias 17 a 22/07 na cidade de São Paulo, teve seu primeiro dia de exibições marcada por uma estreia muito especial! Foi na Cinemateca Brasileira com a exibição da animação O Pequeno Príncipe. Além da exibição do filme, antes teve o encontro com o diretor Mark Osborne, que contou para o público como conheceu o Pequeno Príncipe, como o livro fez parte da sua vida, que aqui no Brasil foi a primeira vez via o título em português, e como foi recusar e aceitar o desafio de fazer uma animação que seria de uma responsabilidade enorme.

Mark contou que o encontro com a obra O Pequeno Príncipe se deu por meio de uma grande amiga que fez na escola de animação. Eles começaram a namorar, e em um determinado momento da vida dele, houve um convite para estudar longe e quando se viu no dilema em aceitar e ter que deixar a namorada, ele se surpreendeu com o apoio dela que lhe escreveu uma carta que terminava com uma citação clássica do livro: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”.

Então, ele seguiu seu destino e continuaram o romance, só que a distância, e como ela tinha dado o exemplar pessoal dela para ele levar na viagem, ele disse que, mesmo longe, ela estava sempre perto porque ele a via com os olhos do coração. E assim, o Pequeno Príncipe passa a ser uma lembrança na vida do casal, porque marcou o amor, que gerou dois frutos e passou a ser o livro favorito de Mark.

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Quando ele recebeu o convite para fazer a animação, ele já era um profissional reconhecido no área, fez o filme Kung Fu Panda, mas, mesmo com toda a sua bagagem na animação, um convite desse nível o fez balançar: “Wow! Como vou fazer uma animação sobre uma história que marcou a vida de tantas pessoas, que tem uma interpretação pessoal na vida de cada pessoa, inclusive na minha?”, Uma coisa era fato, seria um desafio, ele aceitou e determinou: “Farei uma história em torno da história, assim ela ficará preservada.

Convite aceito e direção tomada, o próximo dilema era: Como contar? Então Mark decidiu que iria usar as relações humanas para demonstrar todas as lições contidas no livro, afinal de contas, é sobre isso que a obra fala: cativar, criar laços, dizer adeus…

Como ele tem um envolvimento pessoal com a obra, ele usou a relação que tem com a filha e a admiração pessoal por um mestre da animação para criar a história central. Na versão original, o filho de Mark dá voz ao Pequeno Príncipe, já a versão em português, os atores Larissa Manoela e Marcos Caruso, dão vozes aos personagens: a Menina e do Aviador, respectivamente. Eles também foram convidados para a estreia e falaram sobre o convite para dublar um clássico.

Larissa: “Fico muito honrada em fazer parte de uma história que faz história até hoje e marcou a vida de tantas pessoas, como a minha, é muito gratificante!

Marcos: “Eu li a obra há 50 anos e queria dar de presente para os meus netos, mas eles estão pequenos ainda, não sabem ler. Então veio a vida e trouxe o filme, agora eles vão poder ouvir o avô contando a história, o que para mim, se torna mais especial ainda a participação!” *A estreia nos cinemas está marcada para o dia 20 de agosto de 2015*

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TEXTO DE FÃ INCONDICIONAL 

Ir numa estreia já é algo top, agora, ir na estreia de um clássico no qual sou fã e colecionadora de tudo que envolva o personagem, é algo mais que top, é transcendental! Não consigo mensurar a emoção, a expectativa de poder ver antes do Brasil todo, de encontrar o Pequeno Príncipe, que sim, vive em mim, vive em você, vive no universo!

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Coleção pessoal de Cinthia Almeida

Falar que foi sensacional é óbvio, né? Mas meuuu (sou paulistana)… foi sensacional! Ter a oportunidade de conhecer o criador da animação, saber da relação dele com a obra, ouvir que ele recusou por saber que era uma obra particular, que cada pessoa tem uma relação íntima com o menininho, só um fã pra entender isso e logo de cara sentir o peso e recusar!

Ainda bem que foi só o susto do convide! Ele aceitou e mais uma vez mostrou que é admirador e respeita a essência da história, ele sabia que teria que encontrar uma forma de contar, mas sem mexer em nada, em nenhuma vírgula, pois a história começa e termina como Antoine de Saint-Exupéry fez. Com certeza ele viu a falha gritante no trailer oficial que foi divulgado, onde o Pequeno Príncipe pede para que o aviador desenhe uma ovelha! :O Como assim? Mas calma, no filme está tudo certinho: Desenha-me um carneiro! #Ufa! A saída genial que ele teve para manter a pureza, a essência, diria até que, o sagrado, foi a melhor: contar uma história em volta da história!

TRAILER DO FILME NA VERSÃO EM PORTUGUÊS:

Eu já passei dos trinta (nasci em 83), e como sabemos, ou para quem não sabe eu vou falar, o livro O Pequeno Príncipe é um clássico não porque todo o mundo já leu, isso a gente deixa para os Best Sellers, ele é um livro mágico porque pode ser lido em qualquer fase da vida que terá sentido e te fará chorar.

A animação não deixou a magia de lado e, como eu disse, de forma genial juntou a vida cotidiana do século XXI (e o que fazemos de nossas crianças) e a história lúdica que nos faz refletir, e muito, sobre tantas coisas, inclusive, sobre nós mesmos.

Sériooooooo… eu amei! Não é coisa de fã (Ok, é bem coisa de fã)…mas não é só isso, sério! Eu chorei não porque, pela sei lá quantas vezes ouvi, li, vi a história, mas porque refleti a minha vida hoje (2015), me vi criança no meio de um bando de adultos estranhos e chorei, porque me senti sozinha, sem amigos, sem saída…Mas eu disse que o livro ou a história é mágica, né? Então, no final, chorei também, porque entendi que, caminhar de forma solitária, não é caminhar sozinha…é apenas caminhar em busca do algo que te preencha, fazendo amigos por onde passa e levando consigo muitas estrelas e risos!!! Filme mais que recomendável, é essencial, mas só se for visto com o coração!! ❤

pequeno principe e a raposa

Por Cinthia Almeida

TABACARIA

Publicado: 26/06/2015 por Cinthia Almeida em Textos, Poemas e Poesias

Fernando Pessoa

Eis que sou apresentada ao texto: TABACARIA – Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim…
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas –
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno – não concebo bem o quê –
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Pinacoteca recebe Ron Mueck

Publicado: 20/01/2015 por Cinthia Almeida em Bairro, Nosso Bairro, Cotidiano, Cultura

Está rolando, desde novembro de 2014, uma exposição apaixonante na Pinacoteca do Estado! Para quem curte detalhes e o brincar com os tamanhos e perspectivas ópticas, não consegue resistir sem dar um “Wow” ao ver tamanha riqueza, beleza e realismo nas pequenas e grandes esculturas, feitas pelo artista Ron Mueck.

Eu fui na Exposição Ron Mueck, enfrentei 3 horas de espera (acredite, esse é o tempo normal) para entrar na Pinacoteca e me perder pelas salas repletas de pessoas de todas as idades, achando genial tudo que está vendo. A arte, enfim, picou o paulistano de todas as classes e gostos. Antes os centros culturais viviam vazios e eram tidos como lugares para a galera cult, agora, esperar 3 horas passou a ser algo inerente a qualquer exposição na cidade de São Paulo. Reflexo do interesse de todas as pessoas, que passaram a incluir em seus roteiros de final de semana, lugares mais culturais, onde a mesmice é quebrada e coisas novas são adquiridas. #ValeMuitoAPena.

Tirei algumas fotos para te dar o gostinho, mas corre hein! Vai até 22 de fevereiro de 2015! #CorreLá … Importante: estamos vivendo um verão de calor intenso, então, o ideal é ir com roupas leves, tênis e guarda-chuva, que claro, servirá e muito para guardar o sol, pois, a Pinacoteca está numa região de céu aberto, poucos prédio, ou seja, o sol chega com tudo e fica com gosto! #BomPasseio #BoaExposição #RonMuecknaPina

Por Cinthia Almeida

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O Castelo Rá-Tim-Bum fará 20 anos de existência, e para homenagear o programa que norteou a infância da década de 90 e abrilhantou a juventude dos nascidos na década de 80, o MIS – Museu da Imagem e do Som, de São Paulo, resolveu trazer o Castelo para o mundo real!

CateloRaTimBum

O Castelo “abriu suas portas”, com direito ao porteiro de lata e suas charadas, em 16/07/14 e já recebeu, no mês de julho, mais de 10 mil visitantes, com ingressos online esgotados e filas quilométricas, TODOS OS DIAS! A boa notícia é que vai até 12 de outubro e a exposição é enorme com vários ambientes para visitação: cozinha, quarto do Nino, sala de entrada, lustre do Castelo, ninho dos Passarinhos e muito mais! Por ser uma exposição bem ampla, a lotação do museu chega ao seu limite, mas o fluxo de pessoas acaba sendo tranquilo dando oportunidade para todos curtirem!

Eu, Cinthia Almeida, que faço parte da equipe do Cotidiano, tentei ir no mês de julho, mas ao ver a fila preferi deixar para agosto! Vou me preparar para passar o dia inteiro esperando para entrar…rsrsrs…Para isso, não posso chegar de salto, com roupas chiques e apertadas. Vou confortável, de tênis, levando muita água e comida para esperar de barriga cheia e corpo hidratado! 😉

Essa foto mostra o mais perto que consegui chegar…rsrsrs…a fachada do Museu, que está linda com a foto, tamanho gigante, do Castelo:

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Indicamos para todos, mesmo com fila, vale muito a pena, porque a exposição é daquelas que se você não for, talvez nunca mais poderá existir, e ai… #PerdeuPlaboy

Informações sobre horários e ingressos

Por Cinthia Almeida

 

O Museu do Futebol preparou uma exposição especial para a Copa do Mundo 2014.

Serviço:
A nova exposição do Museu do Futebol – instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizado no Estádio do Pacaembu – tem como princípio contar a história das 20 Copas do Mundo como nós gostaríamos que elas tivessem terminado: com o Brasil campeão de todas. A partir de 27 de maio, às 9h, será contada uma nova trajetória do Brasil campeão mundial, sobre todos os campeonatos que ganhamos, perdemos e aqueles com os quais sempre sonhamos… Continuar lendo sobre a exposição Brasil 20 Copas

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A Virada Cultural da cidade de São Paulo, está completando 10 anos e preparou uma programação especial, repleta de atrações para todos os públicos.

Além disso, a Virada Cultural ganhou site super arrojado, como o logo comemorativo. Nele o público pode acompanhar todas as informações sobre evento e fazer a seu próprio roteiro cultural.

Faça a sua programação no site da Virada Cultural 2014

ViradaCultural

 

Por Cinthia Almeida

A partir do dia 03 de maio, alguns museus de São Paulo vão ter entrada gratuita aos sábados. A iniciativa faz parte das comemorações da 12ª Semana Nacional de Museus, que acontece entre 12 e 18 de maio, e a boa notícia é que não tem previsão para terminar.

Com a entrada gratuita aos sábados, a cultura se torna acessível de forma concreta, já que mistura folga + diversão + família e não cobra nada por isso! E o que não falta em São Paulo é cultura. Entre os mais conhecidos estão os: Museu da Língua Portuguesa, o MIS – Museu da imagem e do Som e o Museu do Futebol, que em ano de Copa, com certeza será um dos mais disputados pelo público.

MUSEUSSPSegue abaixo a lista dos museus que fazem parte da “entrada gratuita aos sábados”:

Casa das Rosas

Endereço: Av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo-SP
Estação Brigadeiro do Metrô (850m)
Tel.: (11) 3285-6986 | 3288-9447
Funcionamento: de terça a sábado, das 10h às 22h | domingos e feriados, das 10h às 18h.
Grátis
www.casadasrosas.org.br

Casa Guilherme de Almeida
Endereço: R. Macapá, 187 – Pacaembu – São Paulo-SP
Metrô Sumaré (900m)
Tel.: (11) 3673-1883 | 3672-1391
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h.
Grátis
www.casaguilhermedealmeida.org.br

Catavento – Espaço Cultural da Criança
Endereço: Palácio das Indústrias – Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP.
Estação Dom Pedro II (600m)
Tel: (11) 3315-0051
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria fecha às 16h).
Estacionamento: R$ 10 até 4 horas (para visitantes do museu). Adicional por hora: R$ 2,00 (capacidade para 200 carros). Ônibus e vans: R$20,00.
R$ 6,00 | Grátis aos Sábados
www.cataventocultural.org.br/mapas.asp

Memorial da Resistência
Endereço: Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo-SP
Metrô Luz (500m)/ CPTM Julio Prestes (240m)
Tel.: (11) 3335-4990
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h30
Grátis
Agendamento de visitas educativas 3324.0943 ou 0944
www.memorialdaresistenciasp.org.br

Museu Afro Brasil
Endereço: R. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Pavilhão Manoel da Nóbrega – Parque do Ibirapuera, portão 10 – São Paulo-SP
Estacionamento pelo portão 3 (cartão Zona Azul)
Tel.: (11) 3320-8900
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h)
R$ 6,00 | Grátis às quintas-feiras e sábados
www.museuafrobrasil.org.br

Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2,705 – Jardim Paulistano – São Paulo-SP
CPTM Cidade Jardim (850m)
Tel.: (11) 3032-3727 / 3032-2564
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 4,00 | Grátis aos sábados, domingos e feriados
Entrada gratuita para crianças até 10 anos e idosos acima de 60 anos
www.mcb.org.br

Museu da Imagem e do Som – MIS
Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo-SP
Tel.: (11) 2117-4777
Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 22h | sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h
Entrada gratuita às terças-feiras. Aos sábados, acesso grátis às exposições do térreo e do acervo.
www.mis-sp.org.br

Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº – Luz – São Paulo-SP
Metrô e CPTM Luz (0m)
Tel.: (11) Tel.: (11) 3322-0080
Funcionamento: de terça a domingo das 10h às 18h. Aberto até 22h toda última terça-feira do mês (bilheteria fecha às 21h).
R$ 6,00 | Grátis aos sábados. Até o final de 2014, grátis também às terças-feiras.
Entrada gratuita para professores da rede pública com holerite e carteira de identidade; crianças até 10 anos e adultos a partir de 60 anos.
www.museulinguaportuguesa.org.br

Museu de Arte Sacra
Endereço: Av. Tiradentes, 676 – Luz – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3326.3336
Metrô Tiradentes (60m)
Funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 10 às 18h.
R$ 6,00 | Grátis aos sábados
Entrada gratuita para maiores de 60 anos, crianças até 7 anos, professores da rede pública (com identificação) e até 4 acompanhantes
www.museuartesacra.org.br

Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller, s/nº – Estádio Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu – São Paulo-SP
Estação Cínicas do Metrô (1,5 km)
Tel.: (11) 3664-3848
Funcionamento: terça a domingo das 9h às 17h. De 13 de maio a 13 de julho, o museu abrirá das 9h às 22h (bilheteria até 21h).
R$ 6,00 | Grátis às quintas-feiras e aos sábados. Meia-entrada para estudantes com carteirinha, idosos, aposentados e professores da rede pública (estadual e municipal)
www.museudofutebol.org.br

Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo/SP
Metrô Luz (500m)
CPTM Julio Prestes (240m)
Tel.: 11 3335-4990
Funcionamento: Terça a domingo das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
R$ 6,00 | Grátis aos sábados.
O ingresso dá direito a uma visita à Pinacoteca.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.
www.pinacoteca.org.br

Paço das Artes
Endereço: Av. da Universidade, I – Cidade Universitária/USP – Butantã – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3814-4832
Funcionamento: de terça a sexta, das 11h30 às 19h | sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30
Visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h30
Grátis
www.pacodasartes.org.br

Pinacoteca
Endereço: Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3324-1000
Metrô e CPTM Luz
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Às quintas-feiras até às 22h.
R$ 6,00 | Grátis aos sábados (dia todo) e às quintas (após 17h).
O ingresso dá direito a uma visita à Estação Pinacoteca.
www.pinacoteca.org.br

Por Cinthia Almeida