Cotidiano Paulista

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Conhecendo a Índia

28 JunamFri, 26 Jun 2009 02:57:53 +0000ç2009, 2008 · 3 Comentários

danca Índia e seus segredos

A cultura indiana é muito rica e diversificada. É uma cultura milenar que recebeu, com o passar dos séculos, várias influências orientais e ocidentais. Representa uma das civilizações mais antigas da história. Seus aspectos são marcados pela arte, dança, música, religião, sistema de castas, filosofia, festas (Bharathanatyam – dança clássica da Índia)

A dança mais popular da Índia é a Bharathanatyam. Ela é clássica tradicional, onde os dançarinos fazem lindos e suaves movimentos e poses. As letras deste tipo musical falam das grandes realizações de deuses e heróis da mitologia. Esta dança surgiu há mais de 5 mil anos no sul da Índia e influenciou outros estilos de dança em várias regiões da Índia e do continente asiático.

A música tradicional indiana é resultado da fusão musical dos diversos grupos étnicos e linguísticos da região. As letras seguem um caráter emotivo e descritivo. Um dos instrumentos musicais mais utilizados na musica tradicional indiana é a tambura (instrumento de cordas).

Na arquitetura histórica destacam-se os tempos (locais das cerimônias religiosas). Estes chamam a atenção pela beleza dos detalhes e riqueza na decoração. O Taj Mahal, situado na cidade de Agra, é uma das obras de arquitetura mais conhecidas deste país. Com influência islâmica, este mausoléu é considerado pela UNESCO como um Patrimônio da Humanidade.

Sua filosofia está muito ligada à religião. As principais correntes filosóficas são: budismo, yoga, jainismo, tantra, bramanismo e sankhya. A religiosidade na Índia é muito forte, pois esta região é considerada um dos berços religiosos das civilizações antigas. Grande parte dos indianos é seguidora do hinduísmo. Porém, existem também praticantes do islamismo, budismo, jainismo, siquismo e cristianismo.

Sistema de Castas, embora tenha sido oficialmente extinto, ainda faz parte da cultura hindu, embora tenha sido modificado no seu formato original. No sistema antigo, as pessoas eram divididas de acordo com sua posição social. Os grupos (castas) eram: brâmanes (religiosos e nobres), xatrias (guerreiros), vaixias (agricultores e comerciantes), sudras (escravos) e párias (sem castas).

Grande parte das festividades indianas está relacionada com aspectos religiosos. As principais festividades são: Holi, Festival das Cores (de fevereiro à março); Khumba Mela (festival religioso que ocorre quatro vezes a cada doze anos); Ganesha Festival (agosto e setembro) e Festival das Luzes (Diwali).

Fonte: Sua Paesquisa

O grande ganhador do Oscar de 2009 ‘Quem quer ser um milionário?’ mostra por que a Índia está na moda. Filme que se passa na Índia levou oito Oscars, inclusive o de melhor diretor e filme. Dirigido por Danny Boyle (de “Trainspotting”, entre outros), “Quem quer ser um milionário?” narra à saga de Jamal, um garoto pobre de uma das maiores favelas da Ásia, que trabalha servindo chá em uma companhia de telemarketing e tenta reencontrar sua amada Latika (interpretada pela bela Freida Pinto).

Fonte: G1

Para nós brasileiros, a principal responsável pela disseminação da cultura indiana é a novela “Caminhos das Índias”

Abaixo uma lista das palavras mais faladas na novela.

(traduzidas pelos próprios atores)

Are baba: Equivalente a um “poxa!”, “ô, Deus”, “não brinca” ou “ah, não”.

Arebaguandi: também no sentido de “ai, meu Deus”, mas o final “di” significa um respeito maior à pessoa a quem você se dirige.

Atchá: expressão de satisfação

Atchatchatcha: expressão que traduz muita satisfação

Baguan keliê: “por Deus!” ou “ô, meu Deus!”

Djan: querido, amado

Djan, djan: “vá, vá” ou “vamos”

Firanghi: estrangeira

Tchalô: “vamos!”

Ulu: pessoa estúpida, burra

Ulucapatá: “o maior de todos os burros!”

Baldi ou papa: pai

Mami ou mamadi: mãe

Bhaya: irmão mais velho

Didi: irmã

Barepapa: tio por parte de pai (o mais velho)

Caca ou tchatcha: tio por parte de pai (o mais novo)

Mama: tio por parte de mãe

Massi: tia por parte de mãe

Dada: avô por parte de pai

Dadi: avó por parte de pai

Nana: avô por parte de mãe

Nani: avó por parte de mãe

Por Cinthia Almeida

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Mentir para quê? Quem estou enganando, eu ou você?

28 JunamTue, 23 Jun 2009 00:06:31 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Venho aqui no meu blog manifestar minha opinião sobre o diploma para jornalismo.
Não sou a favor da queda, pelo contrário, achei um absurdo os argumentos usados para que isto acontecesse. Fomos igualados a chefes de cozinha e culpados por uma lei feita na ditadura. É hilário! Mas assim como não senti firmeza no STF, também não senti firmeza nos argumentos da manifestação que aconteceu hoje (22/06) na Av. Paulista. Onde apenas 80 estudantes compareceram sem um líder, sem alto-falante, sem trio elétrico para gritar suas ideias e argumentos.
Sei que número não quer dizer nada, mas que hoje eu pude ver que, jornalistas formados, não-formados, estudantes e professores estão todos numa luta individual, onde cada grupo está olhando o seu lado. Para quem já tem o diploma a desculpa foi ter que trabalhar, os não-formados dão risada, os professores nem apareceram, só restou para os 80 alunos à responsabilidade de uma classe gigantesca.
Fiz uma matéria para o Comunique-se, na qual quase todo mundo achou tendenciosa e manipuladora.  Fui verdadeira! Para que mentir? Para que dizer que éramos 200, já que número não importa? Porque dizer que foram discutidas ideias e debatido alguma coisa? Na da disso aconteceu, foram apenas gritos ecoando no ar, uma decepção para aqueles que esperavam a união da classe.
Caros, quero me formar e quero que meu diploma tenha valor, mas sei que, fazer manifestação para se igualar aos 8 STF em argumentos, prefiro pensar, analisar e ganhar munição contra aqueles que, na minha opinião, não tem o direito de fazer isso com nenhuma profissão.
Preferia ter visto 2 pessoas com bala na agulha para detonar o Gilmar Mendes, do que 80 (e sim, era exatamente este número de participantes) gritando e cantando canções que nem a letra eles sabiam…
Cinthia Almeida

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Venho aqui no meu blog manifestar minha opinião sobre o diploma para jornalismo.

Não sou a favor da queda, pelo contrário, achei um absurdo os argumentos usados para que isto acontecesse. Fomos igualados a chefes de cozinha e culpados por uma lei feita na ditadura. É hilário! Mas assim como não senti firmeza no STF, também não senti firmeza nos argumentos da manifestação que aconteceu hoje (22/06) na Av. Paulista. Onde apenas 80 estudantes compareceram sem um líder, sem alto-falante, sem trio elétrico para gritar suas ideias e argumentos.

Sei que número não quer dizer nada, mas hoje eu pude ver que, jornalistas formados, não-formados, estudantes e professores estão todos numa luta individual, onde cada grupo está olhando o seu lado. Para quem já tem o diploma a desculpa foi ter que trabalhar, os não-formados dão risada, os professores nem apareceram, só restou para os 80 alunos à responsabilidade de uma classe gigantesca.

Fiz uma matéria para o Comunique-se, na qual quase todo mundo achou tendenciosa e manipuladora. Fui verdadeira! Para que mentir? Para que dizer que éramos 200, já que número não importa? Porque dizer que foram discutidas ideias e debatido alguma coisa? Na da disso aconteceu, foram apenas gritos ecoando no ar, uma decepção para aqueles que esperavam a união da classe.

Caros, quero me formar e quero que meu diploma tenha valor, mas sei que, fazer manifestação para se igualar aos 8 do  STF em argumentos, não é a saída. Prefiro pensar, analisar e ganhar munição contra aqueles que, na minha opinião, não tem o direito de fazer isso com nenhuma profissão.

Preferia ter visto 2 pessoas com bala na agulha para detonar o Gilmar Mendes, do que 80 (e sim, era exatamente este número de participantes) gritando e cantando canções que nem a letra eles sabiam…

Cinthia Almeida

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Cai a exigência do diploma para ser jornalista

28 JunamThu, 18 Jun 2009 03:51:54 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista. Em plenário, por oito votos a um, os ministros atenderam a um recurso protocolado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma.

O recurso contestava uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a obrigatoriedade do diploma. Para o MPF, o decreto-lei 972/69, que estabelecia as regras para exercício da profissão, é incompatível com a Constituição Federal de 1988 que garante a liberdade de expressão e do livre pensamento.

Argumentos que mais parecem pérolas da nossa política, afinal, no cenário em que nos encontramos rir não é o “melhor” remédio, mas sim o único.

“O ponto crucial é que o jornalismo é diferente pelo seu pleno exercício da liberdade de expressão e os jornalistas se dedicam ao exercício pleno da liberdade de expressão” – disse o presidente do STF e relator do caso Gilmar Mendes

“Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão”, disse Mendes.

“A salvaguarda das salvaguardas, o anteparo dos anteparos é não restringir nada. O que pode ocorrer é o seguinte: ou a lei não pode fazer da atividade uma profissão ou pode. Se puder, quem for se profissionalizar como jornalista, freqüentando uma universidade, pode e é livre (para isto). Mas estes profissionais não açambarcam o jornalismo, atividade que se disponibiliza sempre para os vocacionados, os que tem pendor individual para escrita, a informação, os que tem o olho clínico” – disse o relator da proposta que derrubou a Lei de Imprensa, Ayres Britto.

“A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo.” – disse  a advogada do Sertesp, Tais Gasparian.

“Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta”, disse o ministro Ricardo Lewandowski.

Tentativas de defesas diante de argumentos tão concisos e coesos, aliás, alguém sabe o que é coesão?

Sem comentários…

Por Cinthia Almeida

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Campanha para a Mamografia Digital Gratuita

28 AbrpmMon, 27 Apr 2009 15:15:02 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

No site do câncer de mama existe a “Campanha da Mamografia Digital Gratuita” que concede uma mamografia gratuita por dia para mulheres de baixa renda. Para que este exame gratuito seja distribuído, o site precisa alcançar a marca de  20.000 “clicks” por dia no campo cor-de-rosa que representa a campanha, pois os patrocinadores realizam o exame em troca da publicidade.

Segundo o INCA – Instituto Nacional do Câncer – O câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres do Brasil. E muitas delas não chegam a ter conhecimento da doença em seu inicio ou não tiveram a oportunidade de um exame preventivo. Problema ocasionado pela falta de estrutura na saúde pública de nosso país, o que torna ainda mais valiosa esta importante iniciativa de utilidade pública.

A campanha enfrenta um de seus momentos mais críticos, a falta de acesso. Sem a quantidade de acessos combinada com seus patrocinadores, o site não consegue atingir seu objetivo de uma mamografia gratuita por dia. Desta forma, o Cotidiano Paulista adere a esta mobilização realizada através do “envio de e-mails correntes” e pede a nossos internautas que acessem o site da campanha e cliquem no logo que contabiliza os acessos para os patrocinadores (segue abaixo a imagem). 

O acesso e clique são rápidos e podem salvar uma vida. 

Vamos fazer a nossa parte!

 

slide1

 

Abaixo seguem informações mais detalhadas sobre a doença e suas formas de tratamento.

 

O que é o Câncer de Mama?

O câncer de mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente.

Este tipo de câncer representa nos países ocidentais uma das principais causas de morte em mulheres. As estatísticas indicam o aumento de sua freqüência tantos nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.

No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. Consulte a publicação Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil para 2008.

 

Sintomas

Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante a casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

 

Fatores de Risco 

História familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama, especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) foram acometidas antes dos 50 anos de idade. Entretanto, o câncer de mama de caráter familiar corresponde a aproximadamente 10% do total de casos de cânceres de mama. A idade constitui um outro importante fator de risco, havendo um aumento rápido da incidência com o aumento da idade. A menarca precoce (idade da primeira menstruação), a menopausa tardia (após os 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e a nuliparidade (não ter tido filhos), constituem também fatores de risco para o câncer de mama.

Ainda é controvertida a associação do uso de contraceptivos orais com o aumento do risco para o câncer de mama, apontando para certos subgrupos de mulheres como as que usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas de estrogênio, as que fizeram uso da medicação por longo período e as que usaram anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira gravidez.

A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, é identificada como fator de risco para o câncer de mama, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos.

 

Detecção Precoce

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia. 

 

O Exame Clínico das Mamas (ECM)

Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.

A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e 49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e 49 anos.

A Mamografia

A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico. O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o exame clínico como exame adicional, o que torna difícil distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas), qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de rastreamento.

O Auto-Exame das Mamas

O INCA não estimula o auto-exame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.
As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado  para essa atividade.  

As Recomendações do Instituto Nacional de Câncer

Em Novembro de 2003, foi realizada a “Oficina de Trabalho para Elaboração de Recomendações ao Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama”, organizada pelo Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Câncer e da Área Técnica da Saúde da Mulher, com o apoios das Sociedades Científicas afins e participação de gestores estaduais, ONG’s e OG’s. 
A partir dessa Oficina foi desenvolvido um Documento de Consenso para Controle do Câncer de Mama, publicado em 2004,  que contém as principais recomendações técnicas referentes à detecção precoce, ao tratamento e aos cuidados paliativos em câncer de mama, no Brasil. Confira as novas recomendações em Publicações.
Informações fornecidas pelo o site do INCA - Instituto nacional do Câncer

Por Cinthia Almeida

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Dia do Índio

28 AbramMon, 20 Apr 2009 01:46:27 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Dezenove de abril: Uma data para relembrar um povo que foi praticamente dizimado. É incrível a simplicidade com a qual denominamos todos esses povos com apenas um nome: índio.

Pergunte a um yanomami se ele se acha parecido com um tupi-guarani? Mas nós homens brancos(aliás nem sabemos nossa cor, mas pra quê saber?) deixamos tudo mais simples; apaches, tupis, astecas, incas, maias, sioux, navajos e etc, são todos um povo só :índios! Como se os japoneses fossem iguais aos chineses(vá dizer isso a eles), brasileiros iguais aos argentinos e etc.

Pois é, mais um dia 19 de abril chega, e lá vai a TV mostrar a aldeia tal, com os índios tais, que mantém até hoje costumes tais. Ou então a aldeia nos ”cafundós”, onde os índios ”já” votam, estudam língua portuguesa e ainda recebem auxílio do governo. Que legal né? As nossas crianças vão a escola, e voltam com peninhas na cabeça e as carinhas pintadas por um dia. Mas no dia seguinte, retornam aos super heróis americanos. O homem-aranha e o batman entre outros ”pokémons da vida” retomam seus postos de preferidos da garotada.

Toda ano a mesma coisa. Homenagem cá, homenagem lá. Seria uma tentativa de aliviar um pouco a consciência? Sabendo a crueldade cometida pelos nossos antepassados e contemporâneos contra esse povo, estaríamos nós, apenas se solidarizando tardiamente com o irremediável: a provável extinção desse seres humanos de cultura primitiva.

Os índios estão fadados a desaparecer ou se misturar entre nós, abandonando sua cultura. Deixam como herança as palavras que utilizamos para batizar coisas e lugares, e a lembrança de que, bem antes dos judeus, outros povos sofreram genocídios, e nem por isso são tão lembrados. Como se os índios remanescentes fossem capaz de preservar sua cultura por muito tempo. Como se isso bastasse para recuperar a honra e virtude de um povo que é o legítimo proprietário deste solo.

Depois de praticamente exterminá-los, e se fixar em seus domínios, nós os homenageamos com uma simples data.

-”Parabéns índios”‘ Mas amanhã eu esqueço de tudo isso. Bom cara pálida que sou, pego um filme de”bang-bang”, no qual o mocinho exclama cheio de pose: -Índio bom, é índio morto!

Por Tiago Araújo Pereira

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Cotidiano solidário com a cidade de Macaé/RJ

28 MarpmSun, 01 Mar 2009 20:01:50 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

Moradores do município de Macaé (RJ) sofrem com os prejuízos deixados pela enchente ocasionada após meia hora de chuva

Por ser uma região mais baixa que o nível do mar o município de Macaé, localizado na cidade do Rio de Janeiro, sofre com as conseqüências deixadas pelas chuvas fortes. Os bairros mais prejudicados são Visconde de Araújo e Sol y Mar. Em 2006 a prefeitura investiu em obras de drenagem e macro-drenagem na Avenida  Ayrton Senna para beneficiar a região, como diz essa reportagem que saiu no ano da obra no próprio jornal da prefeitura “ Obras darão fim dos alagamentos”.

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No ano seguinte, em 2007 o jornal “O DETABE – Diário de Macaé”, mostrou e que os problemas não foram resolvidos em uma matéria que dizia o seguinte: “Temporal alaga Macaé”.

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Não precisou a obra ser acabada e nem a prefeitura fazer monitoramento, em ruas dos loteamentos que ficam nas imediações da Ayrton Senna, onde se concentraram as obras de macro-drenagem. A enchente continua impedindo moradores de ter um dia normal após meia hora de chuva. Foi o que aconteceu no último dia 12 de fevereiro, bastou uma chuva forte das 16h e 30min até as 17h para a cidade ficar toda alagada como mostram as imagens abaixo.

alagamento1

Algumas pessoas fazem protestos do jeito que dar como a estudante de 17 anos, Andressa Dutra, moradora do bairro Visconde de Araújo, uma das formas que ela achou viável foi colocando fotos de ruas alagadas em seu Orkut como forma de protesto e indignação. A outra foi indo até as ruas com outros moradores para protestar, “Mas para chamar atenção para povo vir participar com a gente, eu resolvi colocar as fotos no orkut pra todo mundo ver, como Macaé está”,diz.

Já o senhor Antônio Carlos Silvestre Dutra, 68 anos, aposentado, morador do bairro Sol y Mar, perdeu sua casa nessa última enchente, casa que tinha acabado de reformar, “graça aos meus filhos tenho um teto para morar, pois com essa chuva perdi tudo”, lamenta.

 

“O que queremos é uma solução rápida”, completa Andressa.

 

Sobre o município

Macaé, município brasileiro, localizado na cidade do Rio de Janeiro, que conta com 169.513 habitantes e uma área de 1.218,0 Km². O petróleo é maior força econômica. Desde a década de 1970, quando a Petrobras escolheu Macaé para sediar sua sede na Bacia de Campos, a cidade deu um salto de crescimento. Mais de quatro mil empresas se instalaram no município e a população foi multiplicada por três – hoje são quase 200 mil habitantes. Surgiram hotéis de luxo e uma série de empreendimentos do setor de serviços, principalmente no ramo de restaurantes. O turismo de negócios aumentou.

 

Por Daniele Santos

Fotos: Moradores de Macaé

 

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Reféns da Tecnologia – Livraria Cultura, quem diria!

28 NovamMon, 10 Nov 2008 01:29:33 +0000ç2008, 2008 · 19 Comentários

Quando falamos de laços de amizade, nada consegue ser mais lindo e emocionante do que ver nos olhos de um amigo a emoção de ter sido lembrado e presenteado.

Comprei um livro pela internet e pedi para ser entregue na casa da minha amiga. Um gesto de carinho comum entre amigos que se amam. Porém, minha amiga tinha acabado de ganhar o mesmo livro.

Você que está lendo deve estar pensando: Que triste, né? Seria, se na troca não existe um momento terno, pois fomos juntas até a livraria escolher outro livro.

Avenida Paulista – Conjunto Nacional. Dia 09 de novembro de 2008, 16:30. Uma tarde de domingo ensolarada, com muitos músicos nas calçadas, fomos à Livraria Cultura tocrar o livro O jogo do anjo. Passeamos pelas estantes, olhamos vários livros que agaradam minha amiga e numa pilha achamos algo que é a cara dela.

Resolvemos fazer a troca, quando para a nossa surpresa….

Essa história poderia ter terminado feliz como ela começou, mas não foi assim.

Chegamos no caixa e informamos que queríamos fazer a troca. O funcionário nos olha e diz: Estamos sem sistema. É impossível fazer a troca! Tentamos argumentar dizendo que o fato de ter que lançar os livros para fazer a troca não poderia ser o obstáculo para efetuá-la, uma vez que eles poderiam anotar os nomes e os códigos dos livros e quando o sistema voltasse eles providenciariam a parte burocrática. Mesmo assim sem sucesso.

Enfim…

Eu, Cinthia Silva Almeida, estudante de jornalismo, ex-funcionária da maior rede de livrarias do país, Livraria Nobel, e principalmete cliente da Livraria Cultura, pois tenho o cartão, me pergunto:

Até que ponto somos considerados clientes? Pois não tinha sistema para fazer uma troca, mas tinha sistema para vender. 

Trabalhei 2 anos na Livraria Nobel e 1 ano no site da Livraria Nobel, sei que uma simples troca não é tão burocrática nem tão pouco dependente de sistema. Sei também que eles pensam que uma “troca” não é uma “venda”. Mas deixo aqui registrado que esta afirmação é relativa e equivocada, pois eu comprei um livro na internet que custou R$ 30,00 e fui fazer uma troca por outro livro que estava com o “preço promocional” de R$ 208,00.

Caros amigos da Livraria Cultura quero dizer que ser escravos do sistema é uma característica que eu jamais pensei associar à vocês. Pois uma simples troca não deveria ser a causa do meu desapontamento e da frustração da minha amiga que queria muito o livro que ela tinha visto.

Poderíamos ter comprado, afinal para vender tinha sistema. Mas foi tão absurda a falta de tato e de importância que foi dada a minha solicitção, que largamos no caixa o livro e saimos insatisfeitas e com a imagem que tínhamos da livraria manchada.

Pensem e reflitam sobre este cenário:

Quarta-feira dia 05/11/2008 – compra pela internet de um livro de título “O jogo do anjo”  em nome de Cinthia Almeida, para ser entregue a Leticia Pereira Teixeira (para presente)

Sexta-feira dia 07/11/2008 – Leticia recebe o livro e percebe que já tem e marcamos de fazer a troca no domingo.

Domingo dia 09/11/2008 – Encontro marcado na Livraria Cultura, eu e minha amiga escolhendo qual dos livros iríamos fazer a troca. 

- Primeiro livro que vimos foi o box da escritora STEPHENIE MEYERA, para quem não sabe ela é a autora dos livros que estão entre os mais vendidos: Crepúsculo e Lua Nova. O box contém os 4 livros da saga em inglês e custa R$ 258,00. Essa era aprimeira escolha de minha amiga.

- Segundo livro que vimos foi o terceiro livro, em inglês, do escritor CHRISTOPHER PAOLINI, autor dos livros Eragon e Eldest. Essa foi a escolha da minha amiga.

Chegamos no caixa para fazer a troca e aconteceu o que já foi supracitado.

Resumo da ópera caros amigos da Livraria Cultura:

Uma troca não é uma venda.

Mas uma troca pode gerar uma venda.

E depender de sistema é coisa de principiante e não de uma Livraria com renome no seguimento.

 

Por Cinthia Alemida

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Vitória de Gilberto Kassab – Promessa de inovação

28 OutamMon, 27 Oct 2008 00:48:33 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), foi reeleito. Com 100% das urnas apuradas, Kassab recebeu 60,72% dos votos válidos (3,79 milhões), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A diferença entre os dois candidatos superou a marca de 1,3 milhão de votos. A candidata Marta Suplicy somou 39,28% dos votos válidos (2,452 milhões).

Palavras da ex-prefeita Marta Suplicy

Em rápida entrevista pouco depois das 19h, a candidata do PT já admitiu a derrota. Marta agradeceu o apoio dos eleitores que votaram nela. “Ao mesmo tempo quero agradecer a militância do PT, aos partidos aliados. E agora cabe ao povo de São Paulo fiscalizar e cobrar os compromissos assumidos. Da minha parte, eu desejo o melhor pra nossa cidade”, disse a candidata.

Em comunicado divulgado pelo PT, a ex-prefeita e ex-ministra afirmou que telefonou para Kassab para parabenizá-lo pela vitória. 

Palavras do Prefeito Gilberto Kassab

O prefeito reeleito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), reafirmou neste domingo (26), em entrevista à Globo News, sua vitória nas urnas fortalece a aliança entre o PSDB e o DEM.

“Uma aliança que faz em conjunto uma oposição responsável, severa, se fortalece com essa vitória (…). Se está dando certo em São Paulo não tem porque não continuar em nível nacional”, disse.

Por Cinthia Almeida

Mais informações G1

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Pesquisa Ibope para o 2º turno em São Paulo

28 OutamThu, 16 Oct 2008 01:57:25 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

Encomendado pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, o levantamento mostra Kassab com 51% das intenções de voto e Marta com 39%.

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Isso significa que Kassab pode ter entre 48% e 54%, e Marta, entre 36% e 42%. 

Brancos e nulos somam 6%, segundo o Ibope. Os que não sabem em quem vão votar ou não responderam são 4%, de acordo com a pesquisa.

O Ibope entrevistou 1.204 eleitores entre os últimos dias 13 (segunda) e 14 (terça) na capital paulista. O levantamento está registrado na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo (SP) com sob o protocolo de número 5653/08.

Fonte G1

Gráfico: Cinthia Almeida

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Índios se formam pedagogos em São Paulo

28 OutamWed, 15 Oct 2008 04:06:24 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

 

Pela primeira vez universitários indígenas se formam professores em São Paulo. 81 índios receberam seus diplomas de pedagogos na formatura que aconteceu segunda feira(13/10/2008) na Memorial da América Latina, foram homenagiados com danças e cantos típicos das tribos, onde vão lecionar. A Secretaria Estadual da Educação, ficou responsável pela parceria com a USP(Univesidade de São Paulo) para que o curso fosse ministrado. Hoje o estado tem 30 tribos, sendo 1.500 crianças que poderão dar continuidade aos estudos, pois elas só tinham professores até a 4ª série – ciclo em que o professor não precisa ter nivel superior. Agora os grupos podem lecionar em classe indígenas do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Por lei estadual, apenas índios podem dar aulas para índios. E eles terão todas as disciplinas no currículo.

A Secretária, Maria Helena Guimarães de Castro, afirma que os recém-diplomados vão ter outro curso com ênfase em sustentabilidade.

Por Daniele dos Santos

Fonte: Metro 14/10/2008

(Foto: Divulgação/Secretaria da Educação de SP)

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