Cotidiano Paulista

Linha do tempo dos 20 anos do funk carioca

28 SetamTue, 08 Sep 2009 03:10:09 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

Anos 60:

James Brown inventa o funk com músicas como “Please, please, please”.

Anos 70:

Em São Paulo, equipes como a Chic Show montavam bailes de música black (funk e soul, especialmente) pela periferia. No Rio de Janeiro o movimento ganhou um nome: Black Rio, que contava com artistas como Tim Maia, Cassiano, Gerson King Combo e outros bambas. A Furacão 2000 e a Cashbox, equipes criadas na época, seguiriam nas décadas seguintes dentro do funk carioca.

1982:

Afrika Bambaataa inventa o electro com “Planet rock”. O ritmo vai inspirar o miami bass e também o funk carioca.

Anos 80:

Surgem as “melôs”  – “You talk too much”, do Run DMC, vira “Taca tomate”. Na Flórida é criado o miami bass, estilo de rap com uma forte batida grave.

1989 :

MC Abdullah grava o primeiro funk carioca – “Melô da mulher feia”. A música é a primeira gravada para a coletânea “Funk Brasil”, produzida pelo DJ Marlboro, marco inicial do funk carioca.

1990:

MC Batata faz o primeiro funk a ser conhecido em rede nacional: “Feira de Acari” foi trilha sonora da novela “Barriga de aluguel”.

1992:

A cantora Fernanda Abreu (ex-Blitz) aparece com a faixa “Rio 40 graus” em seu novo álbum, “SLA 2 be sample”, inspirada no funk carioca.

1994:

A apresentadora Xuxa com o “Xuxa hits”, no seu programa “Xuxa park”emplaca o funk na TV. Entre os sucessos apresentados estava o funk melody “Me leva”, de Latino.

Xuxa hits

Me leva

1995:

O “Rap da felicidade” de Cidinho e Doca vira hit nacional. A primeira onda nacional do funk ainda conta com Claudinho e Buchecha, com o “Conquista”, Junior e Leonardo, com a primeira versão do futuro proibidão “Rap das armas”.

1997 – 2000:

Enquanto o sucesso do funk esfriava no resto do Brasil, o MC Maluco aparecia com “Ah! Eu tô maluco!”, surgido de improviso em um baile. Ao mesmo tempo, grupos de rock como Funk Fuckers e Comunidade Nin-Jitsu começavam a flertar com o ritmo.

2001:

Começou a segunda onda do funk carioca, consolidando o gênero no país – Com “Cerol na mão”, “Tchutchuca” e “O baile todo”, sucesso do Bonde do Tigrão.

2001:

Outros hits foram “Tapinha”, da MC Beth e do Mc Naldinho e “Planeta dominado”, do SD Boyz, enquanto Kelly Key aproximava o funk do pop com “Baba”.

Planeta dominado

Baba

2002 – 2003:

Tati Quebra-Barraco surge com hits como “Montagem pidona”, “Montagem assanhadinha” e com o trocadilho “Dako”, entre outros. Outros grandes personagens foram Serginho e Lacraia com “Eguinha Pocotó”, mantendo o funk em alta após o auge de 2001.

2004 – 2007:

A música “Bucky done gun”, sampleando “Injeção” de Deize Tigrona, começa a invasão do funk pelo mundo. Lançada pela cingalesa M.I.A. e produzida pelo DJ norte-americano Diplo, a música abriu espaço para gente como o Bonde do Rolê, grupo curitibano de classe média que chegou a lançar disco na Inglaterra com músicas como “Gasolina” e “Solta o frango”.

2008 – 2009:

Com o sucesso do “Créu” e sua garota-propaganda, a Mulher Melancia, o funk criou a era das mulheres-fruta. Cidinho e Doca marcam presença com a versão “proibidão” de “Rap das armas” (da trilha sonora de “Tropa de elite”) virou hit na Suécia e ganhou recentemente um remix kuduro, ritmo conhecido informalmente como o “funk carioca de Angola”.

Fecho meu post com a declaração muito expressiva de Leticia Teixeira sobre funk carioca

Fecho meu post com a declaração muito expressiva de Leticia Teixeira (minha amiga e pauteira do blog) sobre funk carioca:

“O Funk carioca completa 20 anos de idade. Este marco não deve ser considerado como fútil pelo conteúdo de letras e seu prpósito como entretenimento, ao contrário deve ser contemplado por sua expansão como arte, cultura. Como tal, o funk hoje marca seu capítulo como parte de nossa história e como transgressor de barreiras a conquista  do mundo.”

Por Cinthia Almeida

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Funk carioca completa 20 anos de balanço

28 SetamTue, 08 Sep 2009 02:24:15 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Funk carioca, gênero que nasceu nos bailes de periferia no Rio de Janeiro, completa em 2009 duas décadas de muito som e muita dança.

Responsável pelo surgimento do movimento, o DJ Malboro, lança o primeiro disco “Funk Brasil” em 1989. Era uma coletânea que tinha o primeiro funk carioca gravado, a “Melô da mulher feia”, cantada pelo Mc Abdulah, além de faixas como “Melô do bêbado” e “Rap das aranhas”.

O disco vendeu 250 mil cópias conquistando não só as comunidades, mas o Rio de Janeiro e o Brasil. Em 1995 e 2001, o funk foi o ritmo exclusivo do verão, dominando as rádios de norte a sul do território nacional.

Em 2005, o funk dá seus primeiros passos rumo ao mundo, com M.I.A. e os curitibanos do Bonde do Rolê, e em 2009 o gênero tem a chance de virar oficialmente um movimento cultural, com direito à lei. As mulheres-frutas são a novidade deste ritmo que surpreende a todos com sua criatividade.

Fonte: site G1

Veja os vídeos da linha do tempo do funk carioca

Por Cinthia Almeida

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Conhecendo a Índia

28 JunamFri, 26 Jun 2009 02:57:53 +0000ç2009, 2008 · 3 Comentários

danca Índia e seus segredos

A cultura indiana é muito rica e diversificada. É uma cultura milenar que recebeu, com o passar dos séculos, várias influências orientais e ocidentais. Representa uma das civilizações mais antigas da história. Seus aspectos são marcados pela arte, dança, música, religião, sistema de castas, filosofia, festas (Bharathanatyam – dança clássica da Índia)

A dança mais popular da Índia é a Bharathanatyam. Ela é clássica tradicional, onde os dançarinos fazem lindos e suaves movimentos e poses. As letras deste tipo musical falam das grandes realizações de deuses e heróis da mitologia. Esta dança surgiu há mais de 5 mil anos no sul da Índia e influenciou outros estilos de dança em várias regiões da Índia e do continente asiático.

A música tradicional indiana é resultado da fusão musical dos diversos grupos étnicos e linguísticos da região. As letras seguem um caráter emotivo e descritivo. Um dos instrumentos musicais mais utilizados na musica tradicional indiana é a tambura (instrumento de cordas).

Na arquitetura histórica destacam-se os tempos (locais das cerimônias religiosas). Estes chamam a atenção pela beleza dos detalhes e riqueza na decoração. O Taj Mahal, situado na cidade de Agra, é uma das obras de arquitetura mais conhecidas deste país. Com influência islâmica, este mausoléu é considerado pela UNESCO como um Patrimônio da Humanidade.

Sua filosofia está muito ligada à religião. As principais correntes filosóficas são: budismo, yoga, jainismo, tantra, bramanismo e sankhya. A religiosidade na Índia é muito forte, pois esta região é considerada um dos berços religiosos das civilizações antigas. Grande parte dos indianos é seguidora do hinduísmo. Porém, existem também praticantes do islamismo, budismo, jainismo, siquismo e cristianismo.

Sistema de Castas, embora tenha sido oficialmente extinto, ainda faz parte da cultura hindu, embora tenha sido modificado no seu formato original. No sistema antigo, as pessoas eram divididas de acordo com sua posição social. Os grupos (castas) eram: brâmanes (religiosos e nobres), xatrias (guerreiros), vaixias (agricultores e comerciantes), sudras (escravos) e párias (sem castas).

Grande parte das festividades indianas está relacionada com aspectos religiosos. As principais festividades são: Holi, Festival das Cores (de fevereiro à março); Khumba Mela (festival religioso que ocorre quatro vezes a cada doze anos); Ganesha Festival (agosto e setembro) e Festival das Luzes (Diwali).

Fonte: Sua Paesquisa

O grande ganhador do Oscar de 2009 ‘Quem quer ser um milionário?’ mostra por que a Índia está na moda. Filme que se passa na Índia levou oito Oscars, inclusive o de melhor diretor e filme. Dirigido por Danny Boyle (de “Trainspotting”, entre outros), “Quem quer ser um milionário?” narra à saga de Jamal, um garoto pobre de uma das maiores favelas da Ásia, que trabalha servindo chá em uma companhia de telemarketing e tenta reencontrar sua amada Latika (interpretada pela bela Freida Pinto).

Fonte: G1

Para nós brasileiros, a principal responsável pela disseminação da cultura indiana é a novela “Caminhos das Índias”

Abaixo uma lista das palavras mais faladas na novela.

(traduzidas pelos próprios atores)

Are baba: Equivalente a um “poxa!”, “ô, Deus”, “não brinca” ou “ah, não”.

Arebaguandi: também no sentido de “ai, meu Deus”, mas o final “di” significa um respeito maior à pessoa a quem você se dirige.

Atchá: expressão de satisfação

Atchatchatcha: expressão que traduz muita satisfação

Baguan keliê: “por Deus!” ou “ô, meu Deus!”

Djan: querido, amado

Djan, djan: “vá, vá” ou “vamos”

Firanghi: estrangeira

Tchalô: “vamos!”

Ulu: pessoa estúpida, burra

Ulucapatá: “o maior de todos os burros!”

Baldi ou papa: pai

Mami ou mamadi: mãe

Bhaya: irmão mais velho

Didi: irmã

Barepapa: tio por parte de pai (o mais velho)

Caca ou tchatcha: tio por parte de pai (o mais novo)

Mama: tio por parte de mãe

Massi: tia por parte de mãe

Dada: avô por parte de pai

Dadi: avó por parte de pai

Nana: avô por parte de mãe

Nani: avó por parte de mãe

Por Cinthia Almeida

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Mentir para quê? Quem estou enganando, eu ou você?

28 JunamTue, 23 Jun 2009 00:06:31 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

Venho aqui no meu blog manifestar minha opinião sobre o diploma para jornalismo.
Não sou a favor da queda, pelo contrário, achei um absurdo os argumentos usados para que isto acontecesse. Fomos igualados a chefes de cozinha e culpados por uma lei feita na ditadura. É hilário! Mas assim como não senti firmeza no STF, também não senti firmeza nos argumentos da manifestação que aconteceu hoje (22/06) na Av. Paulista. Onde apenas 80 estudantes compareceram sem um líder, sem alto-falante, sem trio elétrico para gritar suas ideias e argumentos.
Sei que número não quer dizer nada, mas que hoje eu pude ver que, jornalistas formados, não-formados, estudantes e professores estão todos numa luta individual, onde cada grupo está olhando o seu lado. Para quem já tem o diploma a desculpa foi ter que trabalhar, os não-formados dão risada, os professores nem apareceram, só restou para os 80 alunos à responsabilidade de uma classe gigantesca.
Fiz uma matéria para o Comunique-se, na qual quase todo mundo achou tendenciosa e manipuladora.  Fui verdadeira! Para que mentir? Para que dizer que éramos 200, já que número não importa? Porque dizer que foram discutidas ideias e debatido alguma coisa? Na da disso aconteceu, foram apenas gritos ecoando no ar, uma decepção para aqueles que esperavam a união da classe.
Caros, quero me formar e quero que meu diploma tenha valor, mas sei que, fazer manifestação para se igualar aos 8 STF em argumentos, prefiro pensar, analisar e ganhar munição contra aqueles que, na minha opinião, não tem o direito de fazer isso com nenhuma profissão.
Preferia ter visto 2 pessoas com bala na agulha para detonar o Gilmar Mendes, do que 80 (e sim, era exatamente este número de participantes) gritando e cantando canções que nem a letra eles sabiam…
Cinthia Almeida

DSC00371

Venho aqui no meu blog manifestar minha opinião sobre o diploma para jornalismo.

Não sou a favor da queda, pelo contrário, achei um absurdo os argumentos usados para que isto acontecesse. Fomos igualados a chefes de cozinha e culpados por uma lei feita na ditadura. É hilário! Mas assim como não senti firmeza no STF, também não senti firmeza nos argumentos da manifestação que aconteceu hoje (22/06) na Av. Paulista. Onde apenas 80 estudantes compareceram sem um líder, sem alto-falante, sem trio elétrico para gritar suas ideias e argumentos.

Sei que número não quer dizer nada, mas hoje eu pude ver que, jornalistas formados, não-formados, estudantes e professores estão todos numa luta individual, onde cada grupo está olhando o seu lado. Para quem já tem o diploma a desculpa foi ter que trabalhar, os não-formados dão risada, os professores nem apareceram, só restou para os 80 alunos à responsabilidade de uma classe gigantesca.

Fiz uma matéria para o Comunique-se, na qual quase todo mundo achou tendenciosa e manipuladora. Fui verdadeira! Para que mentir? Para que dizer que éramos 200, já que número não importa? Porque dizer que foram discutidas ideias e debatido alguma coisa? Na da disso aconteceu, foram apenas gritos ecoando no ar, uma decepção para aqueles que esperavam a união da classe.

Caros, quero me formar e quero que meu diploma tenha valor, mas sei que, fazer manifestação para se igualar aos 8 do  STF em argumentos, não é a saída. Prefiro pensar, analisar e ganhar munição contra aqueles que, na minha opinião, não tem o direito de fazer isso com nenhuma profissão.

Preferia ter visto 2 pessoas com bala na agulha para detonar o Gilmar Mendes, do que 80 (e sim, era exatamente este número de participantes) gritando e cantando canções que nem a letra eles sabiam…

Cinthia Almeida

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Cai a exigência do diploma para ser jornalista

28 JunamThu, 18 Jun 2009 03:51:54 +0000ç2009, 2008 · 1 Comentário

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (17) derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista. Em plenário, por oito votos a um, os ministros atenderam a um recurso protocolado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF), que pediam a extinção da obrigatoriedade do diploma.

O recurso contestava uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que determinou a obrigatoriedade do diploma. Para o MPF, o decreto-lei 972/69, que estabelecia as regras para exercício da profissão, é incompatível com a Constituição Federal de 1988 que garante a liberdade de expressão e do livre pensamento.

Argumentos que mais parecem pérolas da nossa política, afinal, no cenário em que nos encontramos rir não é o “melhor” remédio, mas sim o único.

“O ponto crucial é que o jornalismo é diferente pelo seu pleno exercício da liberdade de expressão e os jornalistas se dedicam ao exercício pleno da liberdade de expressão” – disse o presidente do STF e relator do caso Gilmar Mendes

“Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão”, disse Mendes.

“A salvaguarda das salvaguardas, o anteparo dos anteparos é não restringir nada. O que pode ocorrer é o seguinte: ou a lei não pode fazer da atividade uma profissão ou pode. Se puder, quem for se profissionalizar como jornalista, freqüentando uma universidade, pode e é livre (para isto). Mas estes profissionais não açambarcam o jornalismo, atividade que se disponibiliza sempre para os vocacionados, os que tem pendor individual para escrita, a informação, os que tem o olho clínico” – disse o relator da proposta que derrubou a Lei de Imprensa, Ayres Britto.

“A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo.” – disse  a advogada do Sertesp, Tais Gasparian.

“Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta”, disse o ministro Ricardo Lewandowski.

Tentativas de defesas diante de argumentos tão concisos e coesos, aliás, alguém sabe o que é coesão?

Sem comentários…

Por Cinthia Almeida

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Campanha para a Mamografia Digital Gratuita

28 AbrpmMon, 27 Apr 2009 15:15:02 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

No site do câncer de mama existe a “Campanha da Mamografia Digital Gratuita” que concede uma mamografia gratuita por dia para mulheres de baixa renda. Para que este exame gratuito seja distribuído, o site precisa alcançar a marca de  20.000 “clicks” por dia no campo cor-de-rosa que representa a campanha, pois os patrocinadores realizam o exame em troca da publicidade.

Segundo o INCA – Instituto Nacional do Câncer – O câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres do Brasil. E muitas delas não chegam a ter conhecimento da doença em seu inicio ou não tiveram a oportunidade de um exame preventivo. Problema ocasionado pela falta de estrutura na saúde pública de nosso país, o que torna ainda mais valiosa esta importante iniciativa de utilidade pública.

A campanha enfrenta um de seus momentos mais críticos, a falta de acesso. Sem a quantidade de acessos combinada com seus patrocinadores, o site não consegue atingir seu objetivo de uma mamografia gratuita por dia. Desta forma, o Cotidiano Paulista adere a esta mobilização realizada através do “envio de e-mails correntes” e pede a nossos internautas que acessem o site da campanha e cliquem no logo que contabiliza os acessos para os patrocinadores (segue abaixo a imagem). 

O acesso e clique são rápidos e podem salvar uma vida. 

Vamos fazer a nossa parte!

 

slide1

 

Abaixo seguem informações mais detalhadas sobre a doença e suas formas de tratamento.

 

O que é o Câncer de Mama?

O câncer de mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente.

Este tipo de câncer representa nos países ocidentais uma das principais causas de morte em mulheres. As estatísticas indicam o aumento de sua freqüência tantos nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.

No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. Consulte a publicação Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil para 2008.

 

Sintomas

Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante a casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

 

Fatores de Risco 

História familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama, especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) foram acometidas antes dos 50 anos de idade. Entretanto, o câncer de mama de caráter familiar corresponde a aproximadamente 10% do total de casos de cânceres de mama. A idade constitui um outro importante fator de risco, havendo um aumento rápido da incidência com o aumento da idade. A menarca precoce (idade da primeira menstruação), a menopausa tardia (após os 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e a nuliparidade (não ter tido filhos), constituem também fatores de risco para o câncer de mama.

Ainda é controvertida a associação do uso de contraceptivos orais com o aumento do risco para o câncer de mama, apontando para certos subgrupos de mulheres como as que usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas de estrogênio, as que fizeram uso da medicação por longo período e as que usaram anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira gravidez.

A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, é identificada como fator de risco para o câncer de mama, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos.

 

Detecção Precoce

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia. 

 

O Exame Clínico das Mamas (ECM)

Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.

A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade entre 50 e 59 anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e 49 anos. A especificidade varia de 88% a 96% em mulheres com idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e 49 anos.

A Mamografia

A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do câncer, por ser capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (de milímetros).
É realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de diagnóstico. O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o exame clínico como exame adicional, o que torna difícil distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada de rastreamento.
A sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais como: tamanho e localização da lesão, densidade do tecido mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas mais densas), qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do radiologista. A especificidade varia entre 82%, e 99% e é igualmente dependente da qualidade do exame.
Os resultados de ensaios clínicos randomizados que comparam a mortalidade em mulheres convidadas para rastreamento mamográfico com mulheres não submetidas a nenhuma intervenção são favoráveis ao uso da mamografia como método de detecção precoce capaz de reduzir a mortalidade por câncer de mama. As conclusões de estudos de meta-análise demonstram que os benefícios do uso da mamografia se referem, principalmente, a cerca de 30% de diminuição da mortalidade em mulheres acima dos 50 anos, depois de sete a nove anos de implementação de ações organizadas de rastreamento.

O Auto-Exame das Mamas

O INCA não estimula o auto-exame das mamas como estratégia isolada de detecção precoce do câncer de mama. A recomendação é que o exame das mamas pela própria mulher faça parte das ações de educação para a saúde que contemplem o conhecimento do próprio corpo.
As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.
Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado  para essa atividade.  

As Recomendações do Instituto Nacional de Câncer

Em Novembro de 2003, foi realizada a “Oficina de Trabalho para Elaboração de Recomendações ao Programa Nacional de Controle do Câncer de Mama”, organizada pelo Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Câncer e da Área Técnica da Saúde da Mulher, com o apoios das Sociedades Científicas afins e participação de gestores estaduais, ONG’s e OG’s. 
A partir dessa Oficina foi desenvolvido um Documento de Consenso para Controle do Câncer de Mama, publicado em 2004,  que contém as principais recomendações técnicas referentes à detecção precoce, ao tratamento e aos cuidados paliativos em câncer de mama, no Brasil. Confira as novas recomendações em Publicações.
Informações fornecidas pelo o site do INCA - Instituto nacional do Câncer

Por Cinthia Almeida

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Exemplo de brasileiro que acredita na educação

28 FevamTue, 17 Feb 2009 00:17:57 +0000ç2009, 2008 · 4 Comentários

No dia 16/02/2009, eu recebi um e-mail, daqueles que parece corrente, que se você não encaminhar para 10 amigos algo de ruim te acontece.

Porém, quem me enviou, foi uma grande amiga que sabe que eu não perco tempo com isto, e antes do texto tinha um aviso: O e-mail é longo, mas vale apena!

Então li e descobrir uma história fantástica! Contava a trajetória da luta de um brasileiro no incentivo a educação.

Seu nome é Silvino Geremia, empresário bem sucedido, que veio de família de agricultores humildes, de São Leopoldo, Rio Grande do Sul.

A mais de 10 anos saiu na mídia impressa um artigo, no qual relatava o projeto de seu Geremia, que em 1988 teve um gesto nobre para com seus funcionários, e foi mal interpretado pela justiça anos depois. Como forma de protesto, ele a denunciou para EXAME, que publicou como Opinião da edição de 25 de setembro de 1996 com o título “Sou um fora-da-lei”.

“Sou Silvino Geremia, empresário em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. 

Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam este país: investir em educação é contra a lei. …”

Alguns meses depois deste artigo, em 10 de dezembro de 1997, seu Geremia teve seu protesto ouvido. O então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, decretou a Lei 9.528, que preve o abono do INSS para os empresários que incentivam a educação dentro de suas empresas, como publicou o Portal Exame em 25 de fevereiro de 1998, Um imposto a menos.

A última notícia que consegui achar de seu Geremia na internet, está datada em 01 de fevereiro de 2007, numa matéria no site da ABRAPI (Associação Brasileira dos Contribuintes). Que descreve o que ocorreu depois da carta desabafo.

“…Geremia disse que a carta sensibilizou deputados, o então ministro da Previdência, Reinhold Stephanes, e o presidente da República da época, Fernando Henrique Cardoso, que editou uma Medida Provisória que virou lei em 1997 (Lei nº 9.528), excluindo a incidência da contribuição ao INSS sobre cursos para jovens até 14 anos. No ano seguinte, a lei ampliou o benefício para cursos de capacitação e qualificação profissional vinculados à atividade da empresa…” matéria na íntegra – O empresário venceu o Leão

Exemplos como este, devem ser lembrados a todo momento. A história é antiga, os artigos e matérias também, mas a lição deixada é eterna.

Parabéns Sr. Silvino Geremia!!! Um brasileiro que conseguiu vencer a burocracia da justiça brasileira.

Por Cinthia Almeida

Categorias: Fatos Reais
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Por detrás da máscara

28 FevpmThu, 12 Feb 2009 14:12:17 +0000ç2009, 2008 · Deixe um comentário

O mundo dos super-heróis é marcado por muita magia e poder. Além de muitos segredos.

Sempre com seus poderes e suas roupas coladas, mostrando curvas femininas de parar o trânsito, e corpos masculinos torneados que fazem qualquer mulher ficar de queixo caído. Tem uma vida tumultuada e corrida, pois estão sempre em alerta, afinal o mundo, constantemente, está em perigo, uma donzela é sequestrada, um companheiro perde os poderes e entra em depressão.

Mas, não podemos esquecer algo bem relevante!!! 

Eles são “humanos” também….eeehhhh!!!! Trabalha em jornais, é fotógrafo freela para pagar a faculdade, executivo bem sucedido, socialite, professores, entre outras profissões. O amor também faz parte desses “humanos”, a dificuldade para relacionamento também existe, pois, quem aceitaria ver seu homem voando em plena madrugada, ou sua mulher dando soco em brutamontes?….que medo!!!….rsrsrs

Vamos parar de enrolar e mostrar o que tem por detrás da máscara!!!!!!!!

Seguem 2 matérias sobre os nossos velhos, porém, novos super-heróis, que são bem atuais e para frente. Não estou aqui pregando nada, mas acho bacana tirar as insinuações e deixar bem claro o que são e o que pensam.

 

952843-1967-cp Stan Lee cria primeiro super-herói homossexual

“…O nome do novo personagem será Thom Creed, um dos jogadores principais do time de basquete da escola que esconde seus superpoderes, assim como sua opção sexual.” da Redação do Terra

 

dcd52_batwoman1 Novo gibi confirma que Batwoman é lésbica

“ Uma nova revista em quadrinhos será lançada em junho nos Estados Unidos pela DC Comics confirmando que a Batwoman – a versão feminina do super-herói Batman – é lésbica, um rumor que circula entre os fãs de quadrinhos há mais de dois anos. ” da Redação do Estadão.com

 

Encarar que, mesmo sendo humanos somos diferentes, é demonstrar respeito, mas devemos lembrar que, as diferenças são positivas e não devem ser tidas como motivos de guerra. Religião; sexo; futebol e política, são assuntos ligados a um único eixo, que por si só, já causa discussão:  o GOSTO. Que como o problema, cada um tem o seu. A diversidade está ai, para quem quiser e conseguir enxergar, isso é uma opção. Mas respeitar a mesma é questão de valores e amor ao próximo.

Tem uma luta justa e bacana, que não discrimina nada nem ninguém: contra a FOME. Pensem nisso!

Por Cinthia Almeida

Categorias: Entretenimento
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Capa

28 NovamThu, 27 Nov 2008 02:26:40 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

slide1

 

Foto do Centro de São Paulo

Fonte: http://www.saopaulominhacidade.com.br/fotos.asp

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Editorial e Projeto – Cinthia Almeida / Diagramação – Fernanda A. Carneiro

28 NovamThu, 27 Nov 2008 02:23:30 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

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Categorias: Revista Universo Paulistano
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