Cotidiano Paulista

Entradas do Setembro 2008

Homenagem a Leticia Teixeira – Minha Amiga

28 SetpmMon, 29 Sep 2008 12:27:35 +0000ç2008, 2008 · 6 Comentários

Nós lembramos de homenagear quem gostamos apenas em momentos de despedidas. Eu, Cinthia Almeida acho esse tipo de atitude desnecessária, porque esperar quem gostamos partir para expressar nossos sentimentos???

Leticia Teixeira não está partindo, espero que isto nunca aconteça, a não ser pela morte….rsrs, ela está muito viva e presente em minha vida. Não consigo expressar em palavras o que é nossa amizade, o quanto ela significa para mim e o quanto me faz bem.

Mas olha que legal, ela ama um escritor e poeta Irlandês, cujo nome é Orsar Wilde, e justamente em um de seus poemas ele consegue expressar o que sinto quando penso nela. Então Oscar, faço de suas palavras, minhas palavras quando me refiro a amizade entre Leticia e eu.

Loucos e Santos – Oscar Wilde

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.

Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.

A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.

Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.

Deles não quero resposta, quero meu avesso.

Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.

Para isso, só sendo louco.

Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.

Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.

Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.

Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.

Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.

Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos nem chatos.

Quero-os metade infância e outra metade velhice!

Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou.

Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.

 

Por Cinthia Almeida

Categorias: Amigos
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A hora dos candidatos do povão

28 SetpmSat, 27 Sep 2008 22:38:50 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

Figuras populares entram no cenário político e ganham destaque

Quatro anos se passaram e o ciclo se repete. É tempo de escolher nossos representantes municipais .

As eleições que definem os vereadores e prefeitos, tornaram-se mais populares devido a massiva participação de pessoas públicas. Personagens bastante conhecidos em suas regiões, que convivem lado a lado com a população, têm a chance de lutar por seus parceiros do cotidiano. Diferente das eleições federais em que deputados e senadores, que apesar de serem figuras conhecidas tem um distanciamento maior do convívio populacional, não mantendo um contato tão próximo com seus eleitores.

Essas eleições mexem bastante com o cotidiano popular. Figuras já conhecidas (ou nem tanto) se tornam famosas por alguns meses e viram até motivo de chacota caso obtenha resultados desastrosos.

É a hora do farmacêutico, eletricista e o taxista se candidatarem e lutarem por seus ideais. È o momento do pasteleiro, da professora e do ”tiozinho” do hot dog fazerem valer sua popularidade em prol de algo maior. Munidos de interesses particulares ou comunitários, seriam eles meros anônimos em busca dos holofotes ou respeitáveis cidadãos com boas intenções? Essas respostas infelizmente são obtidas apenas quando tal pessoa é eleita, e pode exercer o cargo.

Preparados ou não, esses candidatos do povão, muitas vezes são realmente quem mais tem a noção exata do que é necessário para melhorar a vida dos eleitores.

São eles que ouvem diariamente as queixas e desejos de melhoria da população. Eles na maioria das vezes sofrem lado a lado com seus amigos os problemas da cidade.

“Prefiro votar num candidato que eu veja aqui entre nós do que nesses que aparecerem a cada quatro anos” opina o motorista José Ney da Silva Assis, 48 anos, morador do bairro de Santana, zona norte de São Paulo. Candidatos que vivem junto ao povo disputam com empresários, artistas e políticos profissionais. Mas quem melhor do que eles pra saber os desejos do povo? Se estão agindo de boa fé e possuem a competência necessária, podem sim ajudar a resolver os problemas públicos. “Para mim vereador tem que ser um cara guerreiro, trabalhador, igual ao povo desse país” expressou o comerciante João Carlos Pires, 52 anos.

Por Tiago Araújo

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Artistas que deixaram de brilhar e são esquecidos pela mesma que os engrandeceram: a Mídia

28 SetamMon, 22 Sep 2008 02:40:35 +0000ç2008, 2008 · 3 Comentários

A mídia brasileira é cruel com os artistas, sempre que estão no auge ela faz questão de sua presença, paga bem, fala bem. Não divide sua imagem com ninguém, um gesto um pouco egoísta diga-se de passagem, pois uma vez que se fez questão de ter um artista só para si, o mínimo que se espera é que ele seja cuidado e lembrado sempre, não é?

Quem já ouviu falar em artistas que hoje ninguém mais sabe onde está?

- As mineirinhas (dupla sertaneja que fez muito sucesso nos anos 80 e 90);

- Tico-tico e Beijo-Flor (dois meninos que encantavam o Brasil na mesmo época que a dupla Sandy e Júnior surgiu, frequentaram programas como, Sabadão Sertanejo e Bom dia e Cia, quando à apresentadora ainda era a Eliana);

- A toca do coelho (um grupo infantil que tocava samba com o refrão: “Assim não dá, assim não dá! Eu ainda sou criança e não posso namorar! assim não dá…)

São muitos os exemplos a serem citados, porém, o mais recente é sobre Tinoco, matéria da Revista Brasileiros, (que fazia dupla com seu irmão Tonico, falecido em 1994), cantor consagrado no mundo sertanejo, com mais de 1.200 composições, hoje vive um drama ao dizer que trabalha por necessidade. 

Sua esposa recentemente operada (retirou um tumor do pâncreas e está em recuperação), as dívidas herdadas com a morte do irmão, uma picada de aranha venenosa que o deixou 5 meses de repouso e a necessidade de sobreviver, são motivos que levam Tinoco a continuar nas estradas fazendo shows. Sua vida, ao contrário do que a grande maioria das pessoas imaginam, não é um “mar de rosas”, pelo contário.

Aos 88 anos, Tinoco não consegue pagar com sua aposentadoria, dívidas com remédios e despesas casuais , problema vivido por quase todos os idosos brasileiros.

“…José Perez, o Tinoco, um dos maiores nomes da história da música popular brasileira, ainda está em atividade porque precisa, e trabalha pesado para sobreviver. Com 73 anos de carreira, completados duas semanas antes da nossa conversa, ganha apenas R$ 1 mil por mês do INSS, aposentadoria que não dá para pagar suas contas, os remédios e as dívidas que se acumulam desde a morte de Tonico, em 1994, com seus cachês cada vez menores…” (Trecho da matéria que a Revista Brasileiros publicou)

Veja a matéria e a entrevista com Tinoco na íntegra Revista Brasileiros

Por Cinthia Almeida

Categorias: Fatos Reais
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FiZ.FACUL e você?

28 SetpmSun, 21 Sep 2008 21:57:17 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

Vídeos animados mostram momentos cotidianos que muitas vezes passam despercebidos 

 

Um amigo levando “torta na cara”, sua namorada cantando “Amor I love you” com uma voz de quebrar taças, seu pai dançando um rock anos 60 no seu aniversário de 15 anos… Esse é o mundo que cerca o FIZ.TV, um canal de televisão criado pela Abril, cujo objetivo é fundir as mídias Internet e TV.

Os vídeos são postados no site e se obtiverem uma boa audiência, ganham espaço na televisão, e o autor recebe uma gratificação pelo trabalho. Entre seu público estão os cineastas independentes e qualquer produtor amador de filmes originais brasileiros, pequenas produtoras e os universitários. 

FIZ.FACUL

Com a novidade, os estudantes das instituições acadêmicas podem fazer vídeos retratando o convívio e a interação dentro da universidade. Pode ser sobre projetos, palestras, festas, campeonatos esportivos, podem ser cômicos, sérios etc. É só reunir a galera e sair filmando. A frase “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” nunca fez tanto sentido como no FIZ.FACUL, pois o espaço dado ao estudante é livre, e tem o objetivo apenas de deixar os pensamentos fluírem e a criatividade dominar as lentes. 

O projeto visa estimular a produção de conteúdo acadêmico com qualidade e aumentar o número de usuários qualificados para o Fiz TV. Para isso, um conjunto de ações e eventos foi realizado nas principais faculdades de Comunicação e Artes do Estado de São Paulo, tais como: palestras/mostras de vídeos e desafio entre entidades acadêmicas, sendo que o projeto conta com a participação do Portal UOL.

A UniSant’Anna fechou parceria, e agora é uma das instituições cadastradas no site. O convite foi aberto por Marcelo Botta, idealizador do projeto, no dia 08 de agosto de 2008, na aula inaugural do curso de Comunicação Social, no auditório da universidade. Foi feita uma demonstração de como funciona o site e como os estudantes podem fazer parte do FIZ.FACUL. 

Envie o material para o site FIZ.TV (www.fiz.tv.com.br) e participe do concurso “Desafio FIZ.FACUL”, uma competição entre faculdades que terá vários prêmios, inclusive câmeras de filmagem profissionais. 

Por Cinthia Almeida

Categorias: Universitário
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Boas-vindas também é sinônimo de solidariedade

28 SetpmSun, 21 Sep 2008 21:53:46 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

Há quem diga que o trote é uma demonstração de violência. Outros dizem que é uma recepção calorosa aos novos estudantes 

 

A palavra “trote” se refere a uma das formas de movimento do cavalo, que fica entre os movimentos “passo” (mais lento) e o “galope” (mais forte). Para aprender a trotar, ele tem que ser adestrado (muitas vezes a chicotadas e esporadas), pois não é uma andadura normal e habitual. 

Partindo deste conceito, o trote universitário ou estudantil surgiu junto com as primeiras universidades, na Europa da Idade Média, em que os calouros eram separados dos veteranos e proibidos de assistirem as aulas nas salas, sendo permitido apenas o acesso aos seus vestíbulos (palavra que originou o termo “vestibulando”, que designa os novatos).

No século XIV, nas universidades de Bolonha, Paris e, principalmente, Heidelberg, Alemanha, os trotes se transformaram em rituais desonrosos, com nítida conotação sadomasoquista. Os calouros, reclassificados como “feras” pelos veteranos, bebiam urina e tinham os pêlos e cabelos arrancados.

Van Gennep, antropólogo francês, criou o conceito “rito de passagem”, classificando-o em três etapas: Separação (funerais), Agregação (casamento) e Margem (iniciação). 

Segundo o Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Paulo Denisar Vasconcelos Fraga, no ponto de vista da antropologia cultural o trote pode ser classificado como um ritual de passagem de margem.

Em entrevista ao site da revista Época, Fraga diz ser contra a violência praticada em trotes: “Os rituais têm o papel de preservar a cultura existente nas sociedades, mas o trote é o avesso disso. Ele não conserva a cultura, a ciência e a razão, as bases da universidade. Também perverte o sentido da alegria. O trote inicia na barbarização e contraria a essência da relação pedagógica, que é educar os novatos. Eles são execrados, sofrem o escárnio e o deboche.” Fraga explica também o fato dele sobreviver: “Ele ainda existe porque é a expressão e o reforço da estratificação social. Como nós vivemos num mundo em que o trabalho intelectual vale muito mais que o manual, mesmo um calouro vestido de palhaço pode exibir na praça seu novo status. Um universitário é supostamente superior ao cidadão que não teve essa oportunidade. O trote sobrevive porque os calouros aceitam e repetem as idéias dos veteranos.”

Trote no século XXI

Atualmente eles são tidos como ações violentas e até desumanos, perdendo a sua principal característica, que é o de dar as “boas-vindas” ao novo universitário. Um exemplo foi o caso de Carlos Alberto de Souza, 20 anos, estudante de Jornalismo da Universidade de Mogi das Cruzes (SP), que em 1980 morreu de traumatismo cranioencefálico, resultante das agressões praticadas por veteranos.

Outro caso que ficou conhecido na mídia, em 1999, foi o do estudante Edson Tsung Chi Hsueh, 22 anos. Aprovado na Faculdade de Medicina da USP, o calouro foi encontrado morto na piscina da Associação Atlética Osvaldo Cruz, após uma festa promovida pelos veteranos.

Entrar para a universidade é um sonho almejado por muitos jovens. No Brasil, apenas 10% cursam o Ensino Superior, e a preocupação com o início das aulas é comum, pois o ambiente é novo e as opiniões são bem diversificadas entre os estudantes. “No meu primeiro dia de aula, além da ansiedade, eu tinha um pouco de medo, pois não sabia como seria a recepção”, diz  a estudante de jornalismo da UniSant’Anna Fernanda Carneiro, 23 anos. E complementa, dizendo que o trote é totalmente desnecessário, porque expõe o calouro a uma situação constrangedora. Já o veterano que cursa o 4º semestre jornalismo Tiago Araújo, 21 anos,  tem uma opinião positiva sobre o ritual: “Acho uma brincadeira saudável, desde que não haja nenhum ato de agressividade. Serve para quebrar o gelo entre os novatos e veteranos, e para saudar um novo caminho que se inicia.”

Novas iniciativas

Reverter essa imagem é um dos objetivos da UniSant’Anna. Através do “Trote Solidário”, os calouros são recebidos por veteranos e professores com a finalidade de promover a interação de maneira consciente e descontraída. A última campanha realizada foi em março de 2008. 

A “Ação Trote Solidário” arrecadou alimentos que foram doados para a entidade Amigos do Bem. “Fico feliz com o envolvimento dos alunos em ações sociais”, afirma o Professor Leonardo Placucci, reitor da instituição. Durante duas semanas os calouros e veteranos doaram pacotes de feijão, arroz, entre outros suprimentos. O engajamento nesta campanha caracterizou a sensibilização dos alunos para as ações de cidadania e para as questões de responsabilidade social. A universidade atribuiu uma hora de atividade complementar para cada doação de um pacote de feijão ou de arroz, pois era a maior necessidade da ONG.

O ‘Trote Solidário’ da UniSant’Anna foi integrado à ‘Semana de Ambientação dos Calouros’ e teve a finalidade de estreitar a relação entre os estudantes e professores da instituição. “Ações como essas mostram que é possível fazer a diferença, e que problemas têm solução, sim. Depende apenas de atitude. Como diz Sebastião Salgado: “Falta discussão universal e empenho das classes sociais””, diz o formando em jornalismo pela UniSant’Anna, Evili Rocha.

Por Cinthia Almeida

Categorias: Universitário
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As Encalhadas

28 SetamThu, 04 Sep 2008 11:05:22 +0000ç2008, 2008 · Deixe um comentário

Por Éveli Rocha

 

Narcisa, Cecília e Grace são três mulheres diferentes, mas com algo em comum: a solidão e um homem. A comédia musical de Miriam Palma e Isabel Scisci é dedicada às mulheres, principalmente solteiras, que em determinada idade de suas vidas se sentem deprimidas e angustiadas por suas condições de privação de amor, carinho e sexo. As situações vividas por essas mulheres são satirizadas no palco.

 

Em suas atividades rotineiras aparentemente tudo vai bem com a falta de um homem, diga se de passagem, elas são felizes com a ausência deles, mas quando as personagens se encontram em seus monólogos noturnos descobrem que estão solitárias. 

Cecília é uma mulher bem sucedida, psicóloga que tem um programa de TV, onde aconselha mulheres solitárias. Tem facilidade para arrumar namorados, mas nenhum satisfaz seu gosto. Da solidão ela diz não ter medo, mas quer muito deixar sua prole. Narcisa não trabalha, e é casada com um homem rico que a sustenta, mas após descobrir a traição do marido se divorcia e vai à busca de outro homem rico. Já Grace é uma maquiadora que vende produtos eróticos nas horas vagas e só se envolve com homens casados.

 

As garotas solteironas se conhecem e tornam amigas, tendo encontros no salão de cabeleireiro, academia e até no consultório de Cecília, que ouve Narcisa desabafar por que descobre que seu marido está traindo-a e Grace que desabafa por só ter relacionamentos com homens casados. Logo Cecília entende que elas falam do mesmo homem, Ernesto, só não esperava que ele fosse se tornar o futuro pai de seu filho.

O espetáculo que tem direção de Bibi Ferreira está em cartaz no Espaço Cultural Juca Chaves, que fica na Rua João Cachoeira, 899 no Itaim Bibi. O ingresso pode ser adquirido pela internet (www.ingresso.com.br) por R$ 5,75 pelo projeto Teatro é um Barato.

Categorias: Cultura
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Espaço Universitário promoveu a interação do jovem com o mercado de trabalho

28 SetamMon, 01 Sep 2008 01:22:58 +0000ç2008, 2008 · 1 Comentário

A 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi o maior evento literário dos últimos tempos.

 

O destaque desta edição foi a inovação com os espaços personalizados, dentre eles o Espaço Universitário, cujo foco foi os formandos, que em sua maioria, têm a preocupação de como ingressar no mercado de trabalho. O pessoal do Espaço abordou diversas disciplinas em suas palestras, ministradas por especialistas nas mais diversas áreas, como: Letras, Marketing, Economia, Administração, Comunicação Social, Turismo, Gastronomia, entre outros.
 
Segundo a editora-assistente da Abril Ana Maria Brambilla, ministrante  convidada pelo Espaço, a interação dos jovens recém-ingressos na universidade, com profissionais atuante no mercado de trabalho, é necessária para aprimorar e colocar em prática, o aprendizado adquirido em sala de aula.
É importante de ter um local específico onde o comércio editorial é voltado para os universitários: “Foi uma excelente iniciativa dos organizadores da Bienal do Livro. Talvez o mais interessante seja justamente esse contato entre profissionais do mercado e estudantes, o que é excelente para os dois lados, pois nem sempre esses universos se conversam, e lá o debate realmente aconteceu”.
Ana Maria, ainda acrescenta: “Deu para perceber o idealismo e o olhar crítico de alguns estudantes ávidos por informação, sempre revigorando o ânimo de qualquer profissional de mercado.”, e conclui dizendo ter dado o melhor de si, expondo reflexões sobre o jornalismo colaborativo. Tema atual e que desperta curiosidade entre estudantes. Porém, as salas de aula mais tradicionais não abrem espaço para o debate, mesmo sabendo que os jovens de hoje, fazem parte da geração “on line” e interagem com o universo digital e tecnológico.
Em 11 dias de duração da Bienal, das 811 mil pessoas, quase 2,5 mil participaram das atividades do Espaço Universitário, que ofereceu uma programação virtual através do site www.bienaldolivrosp.com.br, no qual havia notícias, em tempo real, de todas as atividades paralelas e acontecimentos mais importantes, acompanhadas por internautas de todo país.

 

Por Cinthia Almeida

Categorias: Cultura · Universitário
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