Cotidiano Paulista

Entradas do Abril 2008

O Monge e o Executivo

28 AbrpmThu, 24 Apr 2008 17:03:48 +0000ço, 2008 · Não Há Comentários

Por Éveli Rocha

A linguagem é simples e o tema abordado tão quanto, eu diria até “feijão com arroz”. Apesar de muito debatidas em livros de auto-ajuda, as teorias e ensinamentos que o livro “O Monge e o Executivo” trazem são essenciais para a sobrevivência nas selvas corporativas.

É leitura obrigatória para para gestores cujo super-ego supera a grandiosidade da essência humana. O livro é uma lição de liderança que mostra a diferença entre liderar com autoridade e liderar com poder, onde no segundo caso muitos “Gerentes” abusam de seus cargos para ordenar tarefas e obter resultados em interesses próprios.

O autor esclarece que ninguém gerencia o próximo, apenas suas próprias vidas e leva as pessoas refletirem sobre suas ações com colegas de trabalho e até mesmo o relacionamento familiar.  

Categorias: Cultura

Consolo que vem da internet: Mãe de Isabella Nardoni é motivo de críticas

28 AbramThu, 24 Apr 2008 02:02:28 +0000ço, 2008 · Não Há Comentários

 

Ouvi de muita gente e li em vários jornais e revistas críticas sobre o comportamento de Ana Carolina de Oliveira, mãe de Isabella. O motivo são as atualizações constantes de textos e fotos no site de relacionamento Orkut.

Bem, considerando que estamos na era da internet, seria este um compartamento tão estranho da mãe? Por que não desabafar e receber manifestações de afeto e carinho de forma virtual? A maioria das pessoas acham que é um comportamento frio e que se fosse antigamente uma mãe jamais conseguiria comer, beber ou sequer falar diante da perda de um filho.

 

Quem disse que ela está bem? Ana recebe atualmente várias mensagens de apoio e creio que foi lá que encontrou um refúgio para toda esta dor. Inclusive mandei um e-mail para ela para que contasse esta experiência. Não sei se vou receber uma resposta (o que você acha? rsrsrs), mas a intenção é de mostrar que a internet não é vilã e nem Ana Carolina é fria. Ela simplesmente encontrou e usou o que hoje é a forma mais comum de comunicação.

 

Antigamente as mães escreviam em diários (papéis) e guardavam para elas mesmas. Hoje, além de escrever como num diário, você tem retorno sobre aquilo que escreveu instantâneamente. Saber que está compartilhando com pessoas próximas ou distantes, talvez familiares que não puderam ou nem podem estar presentes neste momento da vida de Ana, é um conforto que o diário jamais poderia dar. A dor que ficaria guardada eternamente agora pode ser compartilhada.

 

Precisamos encarar e ver que esta atitude hoje passa a ser normal, estamos num mundo onde estar “online” é uma realidade que está presente diaremente e o tempo todo! Por que encarar como algo estranho?

 

Identificamos aí mais uma consequência da web, ou melhor, uma influência! (positiva)

 

Caso você seja curioso e não tenha encontrado o profile da mãe de Isabella, segue o link: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3774753496572103666

(me perdoem amigos, eu também não gosto disso…mas a maioria do mundo quer ver este profile…rsrsrs)

by Fernanda A. Carneiro

Categorias: Cibercotidiano

Comédias Insossas

28 AbramSun, 20 Apr 2008 11:28:03 +0000ço, 2008 · 2 Comentários

Toda vez que me deparo com as atuais comédias hollywoodianas me questiono: alguém realmente ainda vê graça nisso?

Tempos em que os filmes Vovózona, Branquelas, Norbit entre outros, se proliferam em escala industrial. Continuações de filmes deste estilo se sucedem num ciclo sem fim.

Remetendo sempre aos mesmos temas: disfarçes grotescos, brincadeiras chulas sobre a estética corporal das pessoas( ironizando os ”fora de forma”, ou ”gordinhos”), sem contar as piadas antigas sobre gases e citações ofensivas contra artistas famosos.

Não se vê mais filmes engraçados e com conteúdo, como os clássicos de Charles Chaplin: Tempos Modernos ou o Grande Ditador, por exemplo.

Filmes como: Os Deuses devem estar loucos 1, 2, que servem de diversão para toda a família, além de nos fazer refletir sobre a sociedade e seus moldes atuais, não se consolidam no mercado e dão espaço a comédias repetitivas e insossas.

Não que esses filmes atuais sejam assim tão ruins. Só deveriam variar um pouco a fórmula, mudar o roteiro.

Mas de quê adianta reclamar? Eles produzem isso, e nós, consumimos sem pestanejar…

Por Tiago Araújo Pereira

Categorias: De Olho na Telona
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Um guerreiro goleador

28 AbramSun, 20 Apr 2008 05:54:59 +0000ço, 2008 · 1 Comentário

Adriano Leite Ribeiro, o “Imperador”.

Adriano aparece para o futebol na equipe do Flamengo. Ainda jovem, o garoto demonstrou capacidade, além de ter o perfil do jogador contemporâneo. Alto, forte, ágil e quando necessário veloz. Com uma presença de área marcante, Adriano ganhou prestígio no quadro futebolístico internacional. Na Itália, jogando pela Internazionale de Milão recebe o tão conhecido apelido “Imperador”. Chutes fortes e certeiros norteiam esse grande jogador dentro de campo. Sem habilidade, porém eficaz naquilo que lhe é proposto, fazer gols.

Mas nem só de boas lembranças se faz um ídolo. Adriano passou por dificuldades familiares, que o levou a se sentir “perdido”. Após o falecimento do pai, o Imperador não era mais o mesmo. Abatido e sem forças para fuzilar os goleiros adversários, o craque foi perdendo seu espaço.

Já no banco de reservas e sem perspectivas de uma nova “ascensão”, a diretoria da Inter decide negociá-lo.

Entre contatos no meio esportivo a direção de futebol do São Paulo, resolve dar início a um empréstimo que poderia dar certo. No Brasil, próximo de seus familiares, curtindo um clima de “esperança” no ar, o jovem talento receberia uma nova chance. Negócio fechado. O Imperador é o mais novo reforço do tricolor para o início da temporada 2008.

Um começo glorioso. Dois gols marcam a estréia de Adriano. Mas, o goleador não mantém uma regularidade em suas apresentações. Críticas por parte da imprensa e torcedores tentaram desmotivá-lo. Sem sucesso! Adriano mostra a todos que o curto período que ficará no clube paulista será intenso e repleto de boas lembranças, tanto por sua parte e por parte da torcida que sentirá sua falta no segundo semestre.

A grande massa são paulina conta com a perspicácia e voracidade de gols do grande centro-avante tricolor para a partida que definirá o finalista do campeonato estadual.

No jogo de ida, além de marcar os dois gols que deram a vantagem do empate ao São Paulo no jogo de volta, no lance de um dos gols Adriano utiliza a mão para guardar a bola no fundo da rede palmeirense. Atitude contestada por muitos. Polêmicas durante a semana que antecede a partida envolvendo o lance foram destaques em todos os meios de comunicação.

Bom, o grande clássico ocorrerá neste domingo no Palestra Itália e terá início às 16h 00.

Aos torcedores desejo um ótimo jogo e que vença o “mais esperto”, pois essa de que o melhor sempre vence não cola mais.

 

                       Por Rodolfo Fonseca

Categorias: Esportes

Histórias de superação

28 AbramSun, 20 Apr 2008 04:31:39 +0000ço, 2008 · Não Há Comentários

Nos últimos dias nos deparamos com episódios envolvendo jogadores, que nos fazem refletir, lástimar e até comover.
È o caso por exemplo de Roger, ex-lateral esquerdo do corinthians, que depois de ver sua carreira praticamente fracassar no futebol brasileiro, após o episódio no qual o técnico Geninho o instruiu a ”pegar” o jogador advesário. Pois é, o garoto conseguiu se redimir em terras estrangeiras. Esta semana se naturalizou polonês e deve vestir a camisa seis da seleção de seu novo país na Euro-2008.
Outro caso no mínimo comovente é o do goleiro Jean, ex jogador do corinthians, cruzeiro, ponte preta e vitória, entre outros. Após se recuperar de uma lesão no joelho, Jean de 35 anos, assinou um contrato de risco com o Santa Cruz de pernambuco. Depois atuar mal nos primeiros jogos, foi barrado pelo treinador e sofreu intensas críticas da torcida tricolor. No jogo contra o Vera Cruz pelo hexagonal de rebaixamento do campeonato pernambucano, o Santa tinha apenas dois goleiros a disposição: Jean, e um garoto de 15 anos. Seria loucura deixar um rapaz de 15 anos entrar em campo num jogo arriscado como esse. Jean com dores no joelho foi para o sacrifício.
Intervalo de jogo, primeiro tempo movimentado, 3 a 2 no placar para o S.Cruz.
Jean desce o vestiário debaixo de vaias.
Segundo tempo. Jean fecha o gol tricolor, opera três defesas milagrosas. No rosto a expressão de dor, ocasionada pela lesão no joelho.
Fim de jogo, o Santa vence por 4 a 2.
A torcida em festa grita:”paredão, paredão”. Jean se emociona, e aos prantos é abraçado pelos companheiros.
Um repórter se aproxima, e Jean olha o estádio Arruda pela última vez e declara:
-Não dá mais! Foi meu último jogo!
E vai embora, deixando pra trás uma carreira de altos e baixos.

Quer ler mais sobre futebol? Clique em lista de blogs: Geração Esportiva

Por Tiago Araújo Pereira

Categorias: Esportes
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Dia do índio

28 AbrpmSat, 19 Apr 2008 16:39:42 +0000ço, 2008 · 1 Comentário

Dezenove de abril: Uma data para relembrar um povo que foi praticamente dizimado.

É incrível a simplicidade com a qual denominamos todos esses povos com apenas um nome: índio. Pergunte a um yanomami se ele se acha parecido com um tupi-guarani? Mas nós homens brancos(aliás nem sabemos nossa cor, mas pra quê saber?) deixamos tudo mais simples; apaches, tupis, astecas, incas, maias, sioux, navajos e etc, são todos um povo só :índios!

Como se os japoneses fossem iguais aos chineses(vá dizer isso a eles), brasileiros iguais aos argentinos e etc.

Pois é, mais um dia 19 de abril chega, e lá vai a TV mostrar a aldeia tal, com os índios tais, que mantém até hoje costumes tais. Ou então a aldeia nos ”cafundós”, onde os índios ”já” votam, estudam língua portuguesa e ainda recebem auxílio do governo. Que legal né?

As nossas crianças vão a escola, e voltam com peninhas na cabeça e as carinhas pintadas por um dia. Mas no dia seguinte, retornam aos super heróis americanos. O homem-aranha e o batman entre outros ”pokémons da vida” retomam seus postos de preferidos da garotada.

Toda ano a mesma coisa. Homenagem cá, homenagem lá.

Seria uma tentativa de aliviar um pouco a consciência? Sabendo a crueldade cometida pelos nossos antepassados e contemporâneos contra esse povo, estaríamos nós, apenas se solidarizando tardiamente com o irremediável: a provável extinção desse seres humanos de cultura primitiva.

Os índios estão fadados a desaparecer ou se misturar entre nós, abandonando sua cultura. Deixam como herança as palavras que utilizamos para batizar coisas e lugares, e a lembrança de que, bem antes dos judeus, outros povos sofreram genocídios, e nem por isso são tão lembrados.

Como se os índios remanescentes fossem capaz de preservar sua cultura por muito tempo. Como se isso bastasse para recuperar a honra e virtude de um povo que é o legítimo proprietário deste solo. Depois de praticamente exterminá-los, e se fixar em seus domínios, nós os homenageamos com uma simples data.

-”Parabéns índios”‘

Mas amanhã eu esqueço de tudo isso. Bom cara pálida que sou, pego um filme de”bang-bang”, no qual o mocinho exclama cheio de pose:

-Índio bom, é índio morto!

Por Tiago Araújo Pereira

Categorias: Cultura
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Mano Móka um exemplo de perseverança

28 AbramSat, 19 Apr 2008 09:29:44 +0000ço, 2008 · 4 Comentários

Quarta-feira, dia 02 de abril de 2008, mais um dia que termina com muito cansaço e prazer.
Estou na estação Tietê esperando o metrô, como faço todos os dias quando termina a aula na faculdade e vou para casa.
Alto-falante: “Estação Armênia!”. Abrem-se as portas e embarca um rapaz aparentemente com seus 30 anos, com um carrinho muito curioso.
Ele senta em um dos bancos e deixa a amostra algo que me chama atenção. Fico olhando com certa dificuldade em entender o que estava sendo exposto no carrinho.
O rapaz percebe que eu o observo e começa a olhar para o lado desconfiado, abaixa a cabeça, procura o meu olhar, e quando acha foge.
“Consegui!”. Com um pequeno esforço das vistas, eu consigo ver o que tinha no carrinho. Eram miniaturas de tênis em forma de chaveiro, e logo mais abaixo um mini cartaz dizendo: “Mano Móka – Artista de Rua”.  Fiquei olhando a forma criativa que aquele rapaz encontrou de expor seu trabalho. Ele fez um carrinho que, ao fechar, deixa como se fosse uma vitrine, seus chaveiros a mostra, para quem quiser olhar e apreciar.
Alto-falante: “Estação Paraíso!”. Ambos descemos nesta estação e muito curiosa, eu o abordei.
(Cinthia) – Olá! Meu nome é Cinthia, faço jornalismo, achei seu trabalho interessante!!! Você pode me dar um panfleto?
(Mano) – Sim claro!
(Cinthia) – Quanto custa?…Mano olha novamente para os lados, desconfiado!
(Mano) – Custa entre R$ 10,00 e R$ 15,00…Mas não posso te mostrar, pois se eu fizer isto, os guardas do metrô irão achar que estou comercializando aqui dentro e recolherão minha mercadoria.
Agora está explicado o porquê de tanta desconfiança.  Artista de rua e ambulantes nunca são vistos como cidadãos, mesmo em momentos cotidianos de suas vidas, tal como, pegar o metrô e ir para casa.
Meu contato foi muito rápido com Mano Móka, mas o suficiente para contar sua história.
Moisés Gomes, nascido em São Paulo - SP, mas criado em Salvador – BA, voltou para sua terra Natal a 5 anos,  com  um sonho de ser músico. Porém sem condições para seguir adiante.
Moisés enfrentou muitas dificuldades financeiras, e se viu obrigado a fazer alguma coisa extra para sobreviver. Sem apoio da família, ele chegou a morar vários dias nas ruas de São Paulo.
Andando pelo o bairro do Bom Retiro, sem rumo e sem planos, Moisés encontra no lixo um saco cheio de couro. Foi neste momento que ele percebeu que, através do couro, que foi jogado fora, ele poderia fazer vários tipos de artesanatos como, colares, pulseira, brincos entre outros.
Sua primeira criação foi um chinelo de dedo, o que despertou atenção de muita gente, de tal forma que, ele foi tomando gosto por esse mundo de miniaturas de calçados, e percebeu que, através do artesanato ele poderia transformar  sua vida, já que eu estava criando algo inédito. O otimismo tomou conta do seu ser e ele passou acreditar que tinha um talento, que até então, não tinha percebido.
Moisés foi aos poucos aperfeiçoando seu trabalho, até que um dia ele conheceu um ser de origem japonesa, que gostou dos seus chaveiros e o contratou para confeccionar uma quantia de quase mil unidades para a empresa ADIDAS. Seu trabalho foi reconhecido e remunerado, e através do dinheiro, Moisés conseguiu se reerguer e acreditar mais em sua capacidade, e saber que de coisas pequenas podem surgi muitas coisas grandes.
Hoje, Moisés vive da sua arte e pretende fazer um site para tornar mais acessível sua história, pois acredita ser um exemplo de coragem e persistência.
Mensagem de Moisés:
“- Porque o segredo da sabedoria é a humildade. Quanto mais
humildade para aprender mais conhecimento teremos para ensinar.”
Contatos de Moisés Gomes (Mano Móka)
E-mail: manomoka@empreendedoresdobem.com.br
Cel.: (11) 8521-4604

Por Cinthia Almeida

cynthias_1983@hotmail.com

Categorias: Fatos Reais
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Conteúdo colaborativo: Assim caminha a humanidade…

28 AbramTue, 15 Apr 2008 07:49:55 +0000ço, 2008 · 1 Comentário

              

 

 

 

Em 23 anos que moro em São Paulo nunca presenciei cenas de acidentes no metrô. Tudo sempre foi, ou pelo menos me pareceu, controlado. Pelo fato de diariamente por ele circularem milhares de pessoas, entendemos o porquê essas situações não são divulgadas nem em jornais, revistas ou TV.

 

 

Outro dia estava pensando onde poderiam aparecer imagens do metrô e então me veio em mente o youtube - site de conteúdo colaborativo que disponibiliza aos internautas os mais diversificados vídeos -  

 

 No meio de tanta imagem, a que me chamou mais atenção foi a de um suposto acidente…

 

Eu estava pronta para postar, mas surgiu uma dúvida! Na verdade surgiu porque (eu tinha me convencido de que realmente aquela imagem era do acidente) decidi perguntar para um amigo o que ele via naquela cena, e ele me disse: ” Um monte de gente e barulho” (Putz…daí eu vi que realmente não tinha nada para ver, nada que comprovasse). 

 

 

Então pensei: Será que aquela cena era realmente de uma pessoa que havia se jogado na linha do metrô? Como é que eu posso confiar neste conteúdo?

 

 

Este é um assunto de interesse público, aliás, muitas cenas do cotidiano do metrô que aparecem no youtube são de interesse público (se fossem divulgadas na mídia poderiam gerar muitas polêmicas). Mas como ter certeza da veracidade daquele conteúdo? Será que é por isso que não são divulgados?

 

 

É tudo muito novo (pensando em mundo), acho que estamos - a sociedade - começando a entender que caminho segue a pós-modernidade. Quais os efeitos, principalmente para o jornalismo; quem divulga, quem recebe, como recebe; recebe? Se recebe, como vê?

 

 

É a nova, ou mais uma fórmula de ensinar, aprender, conhecer, divulgar, trabalhar, ver, ouvir…ambiente onde você, rapidamente, encontra infinitas possibilidades.

 

 

Ainda há muito que descobrir, tanto da parte de quem estudo essa ferramenta, quanto para quem estuda suas conseqüências na sociedade.

 

E assim caminha a humanidade…

 

   

Vídeo do suposto acidente no metrô:

   

 

*by Fernanda A. Carneiro

Categorias: Cibercotidiano

Racismo É Burrice - Gabriel Pensador

28 AbramSun, 13 Apr 2008 08:11:07 +0000ço, 2008 · 1 Comentário

Esta música retrata o cenário racista do país e seu povo  que bate no peito para deizer que “no Brasil não existe racismo”….vamos refletir?

Racismo É Burrice - Gabriel Pensador

Composição: Gabriel O Pensador

Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano
“O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar”
Racismo, preconceito e discriminação em geral;
É uma burrice coletiva sem explicação
Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
Mas demonstra claramente
Infelizmente
Preconceitos mil
De naturezas diferentes
Mostrando que essa gente
Essa gente do Brasil é muito burra
E não enxerga um palmo à sua frente
Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
Eliminando da mente todo o preconceito
E não agindo com a burrice estampada no peito
A “elite” que devia dar um bom exemplo
É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
Num complexo de superioridade infantil
Ou justificando um sistema de relação servil
E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
Não tem a união e não vê a solução da questão
Que por incrível que pareça está em nossas mãos
Só precisamos de uma reformulação geral
Uma espécie de lavagem cerebral

Letra na íntegra Racismo É Burrice

Este não é o clip oficial. É uma montagem com autoria Victor Raimundo.

Categorias: Muito além da música
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Estudo Errado - Gabriel Pensador

28 AbramSun, 13 Apr 2008 07:53:10 +0000ço, 2008 · Não Há Comentários

Esta música representa o cenário da educação pública brasileira. Foi lançada em meados dos anos 90 e até hoje ela se encaixa perfeitamente. Ou seja, Nada mudou por aqui! E por ai, mudou alguma coisa?

Estudo Errado - Gabriel Pensador

Composição: Gabriel, O Pensador

Estudo Errado - Gabriel O Pensador
Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu “vá pra aula!” e “estude!”
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)

Letra na íntegra Estudo Errado

Este não é o clip oficial.

Categorias: Muito além da música
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