Cotidiano Paulista – Copa do Mundo 2010

Resenha da peça Usufruto de Lúcia Veríssimo

06/02/2010 · Deixe um comentário

A grande confusão que fazemos quando tentamos definir o verdadeiro amor. Amar incondicionalmente, com liberdade e respeito. É assim que amamos de forma verdadeira?

Na peça Usufruto, escrita por Lúcia Veríssimo, questões relacionadas ao amor e a convivência dos casais são postas na mesa.

De uma forma intimidadora, os atores discutem a liberdade entre os amantes. Ter um relacionamento aberto, envolvendo outras pessoas é amar de verdade ou manter a possessividade que torna o relacionamento limitado, onde os dois vivem para os dois e o resto não importa. Como saber o que é o tal “verdadeiro amor”?

Na disputa por um apartamento os personagens entram num jogo perigoso, onde a verdade é a única regra. Traição, relações a três ou mais, envolvimentos homossexuais, desejos ocultos e outras “coisinhas”, são assuntos discutidos de forma envolvente. Quem conseguir resistir as suas verdades ganha o jogo e o apartamento.

No decorrer da peça, que é marcada pela ironia feminina e o machismo, o público se identifica com algumas cenas e complementam a atuação no palco. Os casais que se cuidem, pois discutir a relação pode ser a consequência pós evento.

A receita é conhecida, homem e mulher na famosa guerra dos sexos. A sedução fica por conta da mulher e o conservadorismo por conta do homem. A peça relata o cotidiano dos casais e das pessoas solitárias. Mostra a luta contra os padrões sociais e a vida dividida com a solidão.

Resumo da peça, em poucas palavras: reflexões sobre as escolhas amorosas, a pessoa certa para casar, com quantos sair e experimentar outras visões e sensações, colocar contra parede, resistir à sedução e outras “pimentinhas”.

Muito bom texto de Lúcia Veríssimo e excelente atuação dela e de Raphael Viana. Recomendo a todos que desejam fazer uma terapia de risos cujo foco é a tão complicada e sonhada “perfeição” nas nossas escolhas amorosas.

Por Cinthia Almeida

Serviço:

Usufruto

Texto: Lúcia Veríssimo / Direção: José Possi Neto / Atores: Lúcia Veríssimo e Raphael Viana

Local: Teatro FAAP

Rua: Alagoas, 903 – Higienópolis / São Paulo – SP

Dias e horários: 20/01/10 até 01/04/10 – quartas e quintas às 21h

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Corrida eleitoral pela presidência do Brasil

01/02/2010 · Deixe um comentário

Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (01/02/10) apontou empate de Dilma e Serra em cenário com Ciro na disputa.

No 1º cenário:

 

- Serra (PSDB) sobe de 31,8% (em novembro de 2009) para 33,2%

- Dilma (PT) foi de 21,7% para 27,8%

- Ciro Gomes (PSB) caiu de 17,5% para 11,9%

- Marina Silva (PV) subiu de 5,9% para 6,8%

- Brancos caíram de 11,1% para 10,5%

 

A diferença entre os dois primeiros colocados, que era de 10,1%, caiu para 5,4%. Como a margem de erro está em 3%, os dois estão tecnicamente empatados. “Há uma intersecção da margem de erro”, disse Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.

No 2° cenário (em que Ciro está fora da disputa)

 

- Serra (PSDB) obteve 40,7%

- Dilma (PT) obteve 28,5%

- Marina ficou com 9,5%

- Brancos e nulos receberam 11,4%

 

Segundo turno

Em novembro de 2009, a disputa ficava em 46,8% para Serra contra 28,2% de Dilma. Nesta pesquisa, Serra registra 44% e Dilma, 37,1%. Com a margem de erro, o governador está entre 41% e 47%; a ministra, entre 34,1% e 40,1%. O segundo turno entre Ciro e Serra- o tucano ganha com 47,6% contra 26,7%. No cenário entre Dilma  e Ciro, a ministra tem 43,3% e Ciro, 31%. “Ela caminha pra uma consolidação da candidatura”, afirmou Guedes.

Avaliação do presidente Lula

A pesquisa revelou também, que à avaliação do desempenho pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é positiva e subiu de 78,9% em novembro de 2009 para 81,7% em janeiro deste ano. Chegando a segunda melhor marca da série histórica. Em janeiro do ano passado, Lula era aprovado por 84% dos entrevistados.

Fonte: G1

Por Cinthia Almeida

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Mascote da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul o leopardo Zakumi

29/01/2010 · Deixe um comentário

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Viva a parcialidade humana

29/01/2010 · Deixe um comentário

Hoje em dia está mais comum ler e ver notícias tão bem elaboradas. Disfarces para opiniões e visões políticas. Basta olhar nossa imprensa e analisar. Onde está o interesse público no que é noticiado?

A revista Época se tornou um exemplo, não posso afirmar se é a primeira vez ou não, afinal, não sou leitora da Época, mas esta semana a matéria “Virei sem-terra e entrei na faculdade”, nos leva, profissional da área e leitores, a refletir sobre alguns conceitos de jornalismo ensinados na faculdade.

Como manter a tal imparcialidade sendo você, o jornalista, personagem da matéria? Como escrever uma matéria sem fontes, sem nomes, sem testemunhas dos lados A, B, C, D e infinito?

Insinuar fatos relacionados à religião e a política usando argumentos totalmente sem foco, além de não condizer com a postura de um jornalista, que na teoria tem que “ser o porta-voz do povo”, vai contra aos interesses da população.

Vamos então direto ao foco. A matéria “Virei sem-terra e entrei na faculdade” da revista Época desta semana (25/01), assinada por Mariana Sanches, abordou a seguinte questão: uma associação que concede descontos em faculdades para pessoas que são filiadas a ela.

Qual o problema que a jornalista encontrou?

A associação faz parte do movimento por moradia urbana cujo nome herdado é ATST (Associação dos Trabalhadores Sem-Terra), tem como líder e fundador um deputado do PSDB e origem católica, uma vez que o movimento nasceu dentro da igreja e “ganhou o mundo” após seu crescimento.

Qual foi o crime ou a notícia que rendeu seis páginas na revista?

A associação concede descontos em faculdades.

Qual foi o foco real da matéria?

Mostrar que o PSDB tem um pseudo “MST Tucano”, afinal estamos em ano de eleição e a imprensa precisa mostrar de que lado está.

Eis a questão. De que lado está nossa imprensa brasileira?

É inadmissível num país como o Brasil, que investe na educação de base, garantindo uma disputa mais justa entre os vestibulandos de ensino público e privado, que possui universidades públicas com vagas destinadas prioritariamente àqueles que nunca pagaram pelos estudos, e projetos de lei que facilitam o ingresso de alunos em faculdades particulares, uma vez que, a quantidade de pessoas é maior do que instituições de ensino superior e outras benfeitorias políticas. Não é Época?

Com que direito um deputado mobiliza um movimento como esse, no qual, pessoas de baixa renda adquire o direito de tentar ingressar no ensino superior? Digo tentar por conta do vestibular. Sim, todos os jovens filiados, mesmo com o desconto, prestam o vestibular, pagam a taxa de inscrição e as mensalidades referentes à duração do seu curso. Insuportável é ler uma matéria na qual, funcionários são citados e nem ao menos são identificados, por que isso aconteceu? Não sei, será que eles não falaram oficialmente com a jornalista? Ou só comentaram o fato e ela, sem pedir licença, publicou: “Funcionários das faculdades afirmam que descontos dessa magnitude são inatingíveis para quem não se matricula como sem-terra” (trecho da matéria). É, tudo pode acontecer. Para que serve a credibilidade numa matéria?

Cadê o depoimento de, pelo menos, um aluno dos 70 mil participantes da associação? Usar a própria experiência como fonte única para relatar um fato é complicado, uma vez que, a importância está em apenas fazer a matéria e não realizar a tão sonhada graduação.

Deixar a matéria com lacunas também é grave, pois o fato é o desconto, certo? E a conclusão, que seria o restante do dinheiro, quem paga? A resposta é simples, e ela mesma poderia ter respondido, já que passou por todos os processos. Quem custea todos os gastos do curso, já com o desconto, é o aluno.

Quem mantém o movimento? Outra resposta mais simples ainda. Ninguém mantém, pois para os desinformados, inclusive a própria Época, a taxa que é cobrada serve para pagar os alugueis dos imóveis que são utilizados para fazer as reuniões e também para ajudar no movimento de moradia, afinal, é só o desconto que é dado, apenas isso, negociação com as faculdades. Ok, são 6 milhões arrecadados, tirando a inadimplência cai para R$ 3 milhões, para onde vai todo esse dinheiro? Essa sim seria uma pauta relevante. E não questionar o desconto propriamente dito.

Dinheiro público é envolvido neste movimento, que, aliás, tem nome próprio, “Faculdade para todos”, e não “sem-terra”? É só investigar melhor, que a jornalista não teria deixado passar essa. Nenhum dinheiro é usado neste movimento, a não ser a taxa de manutenção, que tem o valor de R$ 7,00 por mês. Se isso é crime, prendam todos os representantes de movimento por moradia de São Paulo, pois todos eles cobram taxa de manutenção.

Associar um movimento que existe há anos ao “Faculdade para todos” é uma falta de respeito com a ideologia alheia e uma invasão, e neste caso, pior que a de terras, de privacidade. Afinal, as pessoas têm o direito de acreditar no que quiserem, não de usar com violência, como muitos fazem, mas isso é capítulo à parte.

Meu texto está tão parcial quanto ao da Srta. Mariana Sanches. É proposital, temos que buscar sempre o equilíbrio, já que a imparcialidade é uma ideologia. O ser humano não é, e nunca vai ser, imparcial em nenhuma questão. Isso é fato, mas o respeito ao próximo ainda é válido.

Por Cinthia Almeida

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Redes sociais ganham espaço na CDN

27/01/2010 · Deixe um comentário

Notícia boa tem que ser disseminada.

Não é de hoje que meus professores, especializados em web 2.0, dizem que as redes sociais ganharão o mundo da comunicação e terão contato cada vez mais próximo com o seu público.

Eu sempre olhei meio que desconfiada para essa tendência, mas com as minhas experiências em estágios, percei que os profissionais, principalmente jornalistas, são depedentes do “menino de TI” ou daquele que “manja de web”.

Então, somei os fatos e já tracei meu destino profissional. Vou me especializar em comunicação digital, desenvolvimento de sites e programas, para não ficar oriunda e seguir confiante. Pois, na minha opinião, no futuro, a internet vai ter o seu “boom brasileiro” e o mercado não terá profissionais capacitados para atender a demanda.

Prova disso é a matéria que saiu hoje (27/01/10) no Valor Econômico (impresso) no carderno Empresas.

Por Cinthia Almeida

Segue:

Em busca de diversificação, CDN cria cinco unidades


Cibelle Bouças e Daniele Madureira, de São Paulo
27/01/2010

Quando a definição da imprensa como o “quarto poder” surgiu no início do século XIX, a ideia era retratar os jornais como potenciais defensores dos cidadãos frente a eventuais abusos do Executivo, Legislativo e Judiciário, tendo em vista o seu poder de mobilização na época. Dois séculos depois, a grande imprensa continua influente, mas as fontes de formação de opinião se multiplicaram. Conectados em rede, os mais diferentes públicos trocam informações e articulam iniciativas em comum.

Para acompanhá-los, as empresas de comunicação empresarial precisam depender menos da intermediação da imprensa e falar diretamente com todos os públicos de interesse (os “stakeholders”) dos seus respectivos clientes. É por isso que a CDN, uma das maiores agências de comunicação do país, decidiu abrir cinco novas áreas de negócio, ampliando para 18 o total de atividades oferecidas pela companhia, que há 23 anos nasceu como assessoria de imprensa, ou seja, fazendo a ponte entre jornalistas e empresas.

“Até agora, a assessoria significou cerca da metade da nossa receita”, diz João Rodarte, presidente da CDN. “Mas a tendência é que essa área represente cada vez menos e que, até o fim do ano, responda por 35% do total”. A previsão é de que a receita subirá de R$ 70 milhões em 2009 para R$ 80 milhões este ano.

Acabam de ser criadas a CDN Propaganda, a CDN International, a CDN Editora, a CDN Articulação em Rede e a CDN Desenvolvimento e Sustentabilidade. “A fala com os diferentes interlocutores exige segmentação em comunicação”, diz Rodarte. “Entre os ’stakeholders’, a imprensa é o mais importante, porque forma a opinião dos demais. Mas estamos trabalhando cada vez mais com os outros públicos, falando diretamente com governo, organizações sociais, investidores etc.”

Um bom exemplo dessa nova visão é a CDN Desenvolvimento e Sustentabilidade, que tem à frente o jornalista Olympio Barbanti. A proposta da nova unidade é implementar estratégias de comunicação que facilitem a interlocução entre a empresa, clientes, fornecedores, governos e outros públicos com quem se relaciona. “No caso da instalação de uma usina, por exemplo, em que há uma comunidade que será atingida por barragens, a empresa responsável pela obra precisa conversar diretamente com esse público, porque a imagem dela também depende desse relacionamento”, diz Rodarte.

Já a CDN Articulação em Rede, dirigida por Rodrigo Mesquita (acionista do grupo Estado) e Oswaldo Gouveia de Oliveira Neto, quer promover a articulação entre empresas e seus públicos por meio das mais diferentes ferramentas de mídia interativa (RSS, Feeds, redes sociais, aplicativos, entre outros). A unidade já tem como maiores clientes os governo dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais. “A ênfase da nossa atuação é provocar a conversação (entre empresa e público) e não vender o produto”, diz Mesquita, que está certo do poder das redes sociais na formação de opinião. “Eu não estou entre aqueles que acreditam que um dia os jornais vão acabar, mas evidentemente que o papel deles não é o de 30 ou 40 anos atrás”, afirma.

Com a CDN International Inc., primeira unidade internacional do grupo, a proposta é promover a comunicação empresarial dos clientes da CDN no Brasil com diferentes públicos americanos, além de atrair empresas e outras instituições dos Estados Unidos que queiram reforçar o relacionamento com o país. O jornalista Alexandre Pinheiro está à frente da divisão, que tem escritório em Washington. O primeiro trabalho da unidade foi um evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) com a mídia americana.

O segmento de publicações institucionais do grupo ganhou o braço CDN Editora, que tem como foco a produção e publicação de livros institucionais e outros projetos editoriais na área empresarial. A empresa tem como sócio o jornalista e escritor Nirlando Beirão. Já a CDN Propaganda incorporou, no fim de 2009, a agência Adroitt, de Milton Bernard. A equipe de 23 pessoas vai se dedicar especialmente a campanhas institucionais. Entre os clientes estão Embraer, Itausa e Sabesp.

Ao todo, as novas unidades envolveram a contratação de 50 profissionais, elevando a equipe para 330 pessoas. Hoje, são 114 clientes fixos.

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Texto de Charles Chaplin – 02

07/12/2009 · 2 Comentários

Ei! Sorria… Mas não se esconda atrás desse sorriso…
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe… Olhe a sua volta, quantos amigos…
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?
Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça… Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba… faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,
Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você… não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que… te adoro, simplesmente porque você existe.

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Texto de Charles Chaplin – 01

07/12/2009 · Deixe um comentário

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… AUTO-ESTIMA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é…AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… AMADURECIMENTO.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é… RESPEITO.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama… AMOR PRÓPRIO.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a… HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… PLENITUDE.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é… SABER VIVER!!!

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Linha do tempo dos 20 anos do funk carioca

08/09/2009 · 1 Comentário

Anos 60:

James Brown inventa o funk com músicas como “Please, please, please”.

Anos 70:

Em São Paulo, equipes como a Chic Show montavam bailes de música black (funk e soul, especialmente) pela periferia. No Rio de Janeiro o movimento ganhou um nome: Black Rio, que contava com artistas como Tim Maia, Cassiano, Gerson King Combo e outros bambas. A Furacão 2000 e a Cashbox, equipes criadas na época, seguiriam nas décadas seguintes dentro do funk carioca.

1982:

Afrika Bambaataa inventa o electro com “Planet rock”. O ritmo vai inspirar o miami bass e também o funk carioca.

Anos 80:

Surgem as “melôs”  – “You talk too much”, do Run DMC, vira “Taca tomate”. Na Flórida é criado o miami bass, estilo de rap com uma forte batida grave.

1989 :

MC Abdullah grava o primeiro funk carioca – “Melô da mulher feia”. A música é a primeira gravada para a coletânea “Funk Brasil”, produzida pelo DJ Marlboro, marco inicial do funk carioca.

1990:

MC Batata faz o primeiro funk a ser conhecido em rede nacional: “Feira de Acari” foi trilha sonora da novela “Barriga de aluguel”.

1992:

A cantora Fernanda Abreu (ex-Blitz) aparece com a faixa “Rio 40 graus” em seu novo álbum, “SLA 2 be sample”, inspirada no funk carioca.

1994:

A apresentadora Xuxa com o “Xuxa hits”, no seu programa “Xuxa park”emplaca o funk na TV. Entre os sucessos apresentados estava o funk melody “Me leva”, de Latino.

Xuxa hits

Me leva

1995:

O “Rap da felicidade” de Cidinho e Doca vira hit nacional. A primeira onda nacional do funk ainda conta com Claudinho e Buchecha, com o “Conquista”, Junior e Leonardo, com a primeira versão do futuro proibidão “Rap das armas”.

1997 – 2000:

Enquanto o sucesso do funk esfriava no resto do Brasil, o MC Maluco aparecia com “Ah! Eu tô maluco!”, surgido de improviso em um baile. Ao mesmo tempo, grupos de rock como Funk Fuckers e Comunidade Nin-Jitsu começavam a flertar com o ritmo.

2001:

Começou a segunda onda do funk carioca, consolidando o gênero no país – Com “Cerol na mão”, “Tchutchuca” e “O baile todo”, sucesso do Bonde do Tigrão.

2001:

Outros hits foram “Tapinha”, da MC Beth e do Mc Naldinho e “Planeta dominado”, do SD Boyz, enquanto Kelly Key aproximava o funk do pop com “Baba”.

Planeta dominado

Baba

2002 – 2003:

Tati Quebra-Barraco surge com hits como “Montagem pidona”, “Montagem assanhadinha” e com o trocadilho “Dako”, entre outros. Outros grandes personagens foram Serginho e Lacraia com “Eguinha Pocotó”, mantendo o funk em alta após o auge de 2001.

2004 – 2007:

A música “Bucky done gun”, sampleando “Injeção” de Deize Tigrona, começa a invasão do funk pelo mundo. Lançada pela cingalesa M.I.A. e produzida pelo DJ norte-americano Diplo, a música abriu espaço para gente como o Bonde do Rolê, grupo curitibano de classe média que chegou a lançar disco na Inglaterra com músicas como “Gasolina” e “Solta o frango”.

2008 – 2009:

Com o sucesso do “Créu” e sua garota-propaganda, a Mulher Melancia, o funk criou a era das mulheres-fruta. Cidinho e Doca marcam presença com a versão “proibidão” de “Rap das armas” (da trilha sonora de “Tropa de elite”) virou hit na Suécia e ganhou recentemente um remix kuduro, ritmo conhecido informalmente como o “funk carioca de Angola”.

Fecho meu post com a declaração muito expressiva de Leticia Teixeira sobre funk carioca

Fecho meu post com a declaração muito expressiva de Leticia Teixeira (minha amiga e pauteira do blog) sobre funk carioca:

“O Funk carioca completa 20 anos de idade. Este marco não deve ser considerado como fútil pelo conteúdo de letras e seu prpósito como entretenimento, ao contrário deve ser contemplado por sua expansão como arte, cultura. Como tal, o funk hoje marca seu capítulo como parte de nossa história e como transgressor de barreiras a conquista  do mundo.”

Por Cinthia Almeida

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Funk carioca completa 20 anos de balanço

08/09/2009 · Deixe um comentário

Funk carioca, gênero que nasceu nos bailes de periferia no Rio de Janeiro, completa em 2009 duas décadas de muito som e muita dança.

Responsável pelo surgimento do movimento, o DJ Malboro, lança o primeiro disco “Funk Brasil” em 1989. Era uma coletânea que tinha o primeiro funk carioca gravado, a “Melô da mulher feia”, cantada pelo Mc Abdulah, além de faixas como “Melô do bêbado” e “Rap das aranhas”.

O disco vendeu 250 mil cópias conquistando não só as comunidades, mas o Rio de Janeiro e o Brasil. Em 1995 e 2001, o funk foi o ritmo exclusivo do verão, dominando as rádios de norte a sul do território nacional.

Em 2005, o funk dá seus primeiros passos rumo ao mundo, com M.I.A. e os curitibanos do Bonde do Rolê, e em 2009 o gênero tem a chance de virar oficialmente um movimento cultural, com direito à lei. As mulheres-frutas são a novidade deste ritmo que surpreende a todos com sua criatividade.

Fonte: site G1

Veja os vídeos da linha do tempo do funk carioca

Por Cinthia Almeida

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Conhecendo a Índia

26/06/2009 · 3 Comentários

danca Índia e seus segredos

A cultura indiana é muito rica e diversificada. É uma cultura milenar que recebeu, com o passar dos séculos, várias influências orientais e ocidentais. Representa uma das civilizações mais antigas da história. Seus aspectos são marcados pela arte, dança, música, religião, sistema de castas, filosofia, festas (Bharathanatyam – dança clássica da Índia)

A dança mais popular da Índia é a Bharathanatyam. Ela é clássica tradicional, onde os dançarinos fazem lindos e suaves movimentos e poses. As letras deste tipo musical falam das grandes realizações de deuses e heróis da mitologia. Esta dança surgiu há mais de 5 mil anos no sul da Índia e influenciou outros estilos de dança em várias regiões da Índia e do continente asiático.

A música tradicional indiana é resultado da fusão musical dos diversos grupos étnicos e linguísticos da região. As letras seguem um caráter emotivo e descritivo. Um dos instrumentos musicais mais utilizados na musica tradicional indiana é a tambura (instrumento de cordas).

Na arquitetura histórica destacam-se os tempos (locais das cerimônias religiosas). Estes chamam a atenção pela beleza dos detalhes e riqueza na decoração. O Taj Mahal, situado na cidade de Agra, é uma das obras de arquitetura mais conhecidas deste país. Com influência islâmica, este mausoléu é considerado pela UNESCO como um Patrimônio da Humanidade.

Sua filosofia está muito ligada à religião. As principais correntes filosóficas são: budismo, yoga, jainismo, tantra, bramanismo e sankhya. A religiosidade na Índia é muito forte, pois esta região é considerada um dos berços religiosos das civilizações antigas. Grande parte dos indianos é seguidora do hinduísmo. Porém, existem também praticantes do islamismo, budismo, jainismo, siquismo e cristianismo.

Sistema de Castas, embora tenha sido oficialmente extinto, ainda faz parte da cultura hindu, embora tenha sido modificado no seu formato original. No sistema antigo, as pessoas eram divididas de acordo com sua posição social. Os grupos (castas) eram: brâmanes (religiosos e nobres), xatrias (guerreiros), vaixias (agricultores e comerciantes), sudras (escravos) e párias (sem castas).

Grande parte das festividades indianas está relacionada com aspectos religiosos. As principais festividades são: Holi, Festival das Cores (de fevereiro à março); Khumba Mela (festival religioso que ocorre quatro vezes a cada doze anos); Ganesha Festival (agosto e setembro) e Festival das Luzes (Diwali).

Fonte: Sua Paesquisa

O grande ganhador do Oscar de 2009 ‘Quem quer ser um milionário?’ mostra por que a Índia está na moda. Filme que se passa na Índia levou oito Oscars, inclusive o de melhor diretor e filme. Dirigido por Danny Boyle (de “Trainspotting”, entre outros), “Quem quer ser um milionário?” narra à saga de Jamal, um garoto pobre de uma das maiores favelas da Ásia, que trabalha servindo chá em uma companhia de telemarketing e tenta reencontrar sua amada Latika (interpretada pela bela Freida Pinto).

Fonte: G1

Para nós brasileiros, a principal responsável pela disseminação da cultura indiana é a novela “Caminhos das Índias”

Abaixo uma lista das palavras mais faladas na novela.

(traduzidas pelos próprios atores)

Are baba: Equivalente a um “poxa!”, “ô, Deus”, “não brinca” ou “ah, não”.

Arebaguandi: também no sentido de “ai, meu Deus”, mas o final “di” significa um respeito maior à pessoa a quem você se dirige.

Atchá: expressão de satisfação

Atchatchatcha: expressão que traduz muita satisfação

Baguan keliê: “por Deus!” ou “ô, meu Deus!”

Djan: querido, amado

Djan, djan: “vá, vá” ou “vamos”

Firanghi: estrangeira

Tchalô: “vamos!”

Ulu: pessoa estúpida, burra

Ulucapatá: “o maior de todos os burros!”

Baldi ou papa: pai

Mami ou mamadi: mãe

Bhaya: irmão mais velho

Didi: irmã

Barepapa: tio por parte de pai (o mais velho)

Caca ou tchatcha: tio por parte de pai (o mais novo)

Mama: tio por parte de mãe

Massi: tia por parte de mãe

Dada: avô por parte de pai

Dadi: avó por parte de pai

Nana: avô por parte de mãe

Nani: avó por parte de mãe

Por Cinthia Almeida

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